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Sesp deflagra operação para combater facções criminosas no interior do estado

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) realiza a Operação Integrada de Ordem Pública, em Mirassol D’Oeste (297 km de Cuiabá), entre segunda-feira e na sexta-feira (13 e 17.11), com objetivo de reprimir ações de facções criminosas atuantes no município e região. A força-tarefa conta com reforço da Companhia de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio), que faz policiamento com motocicletas, Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) e Batalhão de Trânsito (Bpmtran).

Além de rondas ostensivas, a Segurança Pública intensifica ações de resolução de crimes, como homicídios, roubos, furtos, tráfico de drogas e apologias ao crime, como pichações de siglas de facções criminosas.

A operação está dividida em duas etapas, a repressiva e a de comunidade integrada. A primeira ocorre de segunda a quinta-feira possui caráter ostensivo e repressivo. A finalidade dessa fase é o combate à criminalidade.

As forças de segurança atuam com policiamento, equipes de fiscalizações preventivas, mandados de busca e apreensão de prisão, perícias em locais de crime e identificação técnica civil e criminal, além da limpeza das pichações de siglas de facções criminosas com auxílio da Prefeitura Municipal.

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Já a segunda etapa ocorre na sexta-feira (17.11) e é focada na comunidade local, com trabalhos educativos e de assistência social quem integram o projeto Comunidade Integrada. A 12ª edição do projeto será realizada na Escola Centro Educacional Municipal Vereador Edson Athier Almeida Tamandare e contará com ações das unidades especializadas da Sesp, Polícia Comunitária e dos Poderes Judiciário, Federal, Estadual e Municipal.

O coordenador de Planejamento e Monitoramento das Regiões Integradas (Coplam), da Sesp, tenente-coronel PM Marcus Vinicius Akira Sakata, ressaltou que, além de proporcionar segurança, a operação aproxima as forças policiais da comunidade local.

“Essa operação foi iniciada com o planejamento dos coordenadores da Área Integrada de Segurança Pública (AISP), em virtude da necessidade da presença do estado por meio das suas forças. Então, além de estarmos nesse período proporcionando uma maior sensação de segurança à sociedade local, também estaremos levando essa ação educacional”, destacou.

As ações contam com o auxílio da Polícia Militar (PM), Polícia Judiciária Civil (PJC), Corpo de Bombeiros Militar (CBMMT), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Forças Armadas e prefeituras municipais, ficais do meio ambiente, Vigilância Sanitária e serviços urbanos.

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*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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