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Sesp apresenta programas de segurança para empresas de transportes coletivo de Cuiabá e VG

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) apresentou, nesta quinta-feira (31.10), os programas Vigia Mais MT e Vigia Mais Motorista a Associação Mato-grossense dos Transportadores Urbanos (MTU) e representantes do sistema de transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande.

Nas duas cidades, operam seis empresas com a frota de aproximadamente 600 veículos e dois mil motoristas.

Após conhecer a tecnologia dos programas, o gerente operacional na MTU, Marcos Assis Braga, afirmou que ela traz mais segurança e praticidade aos profissionais da categoria.

“Vamos levar para nossa diretoria essa proposta. A princípio, achamos muito interessante essa funcionalidade, especialmente para as nossas estações e terminais, onde temos um fluxo muito grande de passageiros e também uma alta ocorrência de incidentes. Pretendemos discutir também com o nosso sindicato e com os motoristas para que essa proposta chegue até os nossos funcionários”, declarou.

Em Cuiabá e Várzea Grande, circulam cerca de 230 mil passageiros por dia. Conforme o gestor, o objetivo é fazer a adesão aos dois programas da Sesp. “Os motoristas sempre pedem mais câmeras, e esse sistema com certeza traria mais segurança e praticidade tanto para os trabalhadores quanto para os passageiros”, disse.

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O superintendente do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), Cláudio Álvares Sant’Ana, afirmou que a parceria com a MTU e empresas de ônibus irá integrar os dois programas, pois, além de fornecer o botão do pânico aos motoristas, poderá monitorar os pontos com grande concentração de passageiros.

“O botão do pânico gera uma conexão direta do motorista com a central de operações e o trabalhador poderá informar ocorrências de roubos, furtos, porte de droga, importação, violência doméstica e outros crimes que presenciar durante o transporte. E com as câmeras de segurança, também poderemos capturar imagens desses suspeitos, gerando mais segurança para trabalhadores, passageiros e população como um todo. Com essa parceria, vamos ampliar a atuação policial, garantindo o menor tempo de resposta às ocorrências, ao identificar e prender os suspeitos. Isso representa um grande avanço para a segurança da população usuária do transporte público em Cuiabá e Várzea Grande”, pontuou.

Vigia Mais Motorista e Vigia Mais MT

O programa Vigia Mais Motorista foi criado em julho de 2024 com o objetivo de melhorar a segurança dos motoristas profissionais em Mato Grosso. A Sesp-MT disponibiliza um sistema de comunicação direta entre os trabalhadores e o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) e o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), garantindo o menor tempo de resposta às ocorrências.

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Sem custo ao usuário, o Vigia Mais Motorista oferece um botão de pânico por meio de um aplicativo disponível para iOS e Android, permitindo chamadas de emergência e comunicação via chat com o operador das centrais de operações. Outra opção disponível é um botão de pânico físico.

Lançado em março de 2023 com investimento de R$ 30 milhões, o Vigia Mais MT faz entrega gratuita de câmeras com nobreak, switch e armários aos 142 municípios, que ficarão responsáveis pela instalação e manutenção dos equipamentos. O Governo firma termos de cooperação com as prefeituras, empresas, associações, entre outros, para a cessão dos equipamentos.

Cada modelo de câmera tem uma funcionalidade. As OCRs, por exemplo, fazem a leitura de placas e monitoram veículos em tempo real. Já as Speed Domes captam imagens em 360 graus com alcance de 2km.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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