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SES promove palestras e rodas de conversa pelo VII Encontro Intersetorial de Promoção da Vida e Prevenção ao Suicídio

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) promove, neste mês de setembro, quatro palestras e rodas de conversa pelo VII Encontro Intersetorial de Promoção da Vida e Prevenção ao Suicídio.

A programação será online e contará com ações nos dias 6, 13, 20 e 23 de setembro, das 14h às 17h, com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da Escola de Saúde Pública de Mato Grosso. As ações fazem parte da campanha Setembro Amarelo, que busca discutir medidas de prevenção ao suicídio.

As inscrições podem ser realizadas através deste link. Com o tema “Valorização da Vida com Equidade de Direitos”, o evento tem o objetivo de promover diálogos intersetoriais e fortalecer iniciativas que priorizam o bem-estar e a saúde mental da população, em especial as que se encontram em vulnerabilidade social.

A programação virtual conta com palestras e rodas de conversa que irão tratar da saúde da população LGBTQIA+, população negra e indígena.

O encontro é realizado pela Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde da SES em parceria com a Escola de Saúde Pública. A proposta é discutir a importância do trabalho intersetorial na construção de políticas públicas para o enfrentamento ao suicídio.

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“O suicídio é um fenômeno complexo, influenciado por uma rede de fatores econômicos, religiosos, sociais, culturais. A promoção da saúde mental requer a análise dos aspectos sociais que afetam as pessoas, para que políticas públicas eficazes possam ser desenvolvidas. O encontro deste ano abordará a saúde mental de populações LGBTQIAPN+, negra, indígena, crianças e adolescentes, buscando entender o suicídio nessas intersecções e identificar fatores protetivos para a promoção da vida”, explicou a coordenadora de Promoção e Humanização da Saúde da SES, Rosiene Pires.

Veja a programação completa do VII Encontro Intersetorial de Promoção da Vida e Prevenção ao Suicídio

06 de setembro | 14h às 17h
Roda de Conversa: “Infância, Adolescência e População LGBTQIA+”, uma discussão em parceria com o projeto “SUS, Câmera Ação”. O evento contará com Greice Mangini da SES-MT; Lupita Amorim, cientista social e artista com a mediação de Edirlene de Sá da SES-MT; Milady Oliveira da SES-MT.

13 de setembro | 14h às 17h
Abertura Oficial do Evento com a participação dos especialistas Prof. Dra. Ana Vitória Salimon-Santos, representando a Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio; João Mendes Lima Júnior, coordenador geral de Desinstitucionalização e Direitos Humanos do Ministério da Saúde; Henrique Galrão, representando o Ministério da Saúde; Dayene Macedo, representando a Coordenadoria Epidemiológica da SES-MT.

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20 de setembro | 14h às 17h
Roda de Conversa: “Saúde da População Negra”, com a presença de Luciano Ramos, diretor executivo do Instituto Mapear e Henrique Galrão, representando o Ministério da Saúde.

27 de setembro | 14h às 17h
Roda de Conversa: “Saúde da População Indígena”
Com os seguintes convidados: Jaqueline Calafate, representando o Ministério da Saúde; Andrea Jakubaszko, representando a Universidade Estadual de Montes Claros; Rita Meurer, representando a SES-MT; Francianny Costa, representando o Distrito Sanitário Especial Indígena Xavante.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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