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SES orienta população sobre cuidados de prevenção à varíola dos macacos

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) orienta a população sobre os cuidados para a prevenção da Mpox, popularmente conhecida como “varíola dos macacos”. A doença é causada pelo vírus Monkeypox, que tem como principal sintoma o surgimento de lesões cutâneas pelo rosto que se espalham para outras partes do corpo, incluindo órgãos genitais.

Os principais cuidados para prevenir a contaminação é evitar o contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesão na pele, higienizar as mãos com água e sabão e uso de álcool 70%, além de não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos e objetos pessoais.

Também é recomendado usar máscaras para proteger-se contra gotículas e saliva entre casos confirmados e contactantes.

A transmissão da Mpox entre humanos ocorre principalmente por meio de contato com secreções respiratórias, com lesões de pele em pessoas infectadas, ou com o compartilhamento de objetos recentemente contaminados.

Além das lesões, também são identificados sintomas como linfadenopatia (inchaço) no pescoço, na axila e na virilha, febre, dor de cabeça (cefaleia), calafrios, cansaço e dores musculares.

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Em caso de manifestação dos sintomas, a orientação é que procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS), ou de Pronto Atendimento.

Casos em Mato Grosso

Desde 2022, Mato Grosso já registrou 132 casos confirmados de Mpok, com um óbito em decorrência da doença. Seis desses casos foram registrados somente em 2024. No mês de outubro, dois casos da doença foram registrados em Cuiabá. Tratam-se de dois homens que apresentaram sintomas como febre, cefaleia e erupção cutânea. Eles receberam antiviral e não precisaram ser hospitalizados.

As amostras foram colhidas no dia 11 de outubro e encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). A confirmação de ambos os casos saiu no dia 13. Os pacientes declararam não ter realizado viagens.

Os dados são do Centro de Informações Estratégica de Vigilância em Saúde de Mato Grosso (Cievs-MT) e foram atualizados em 31 de outubro. Confira em anexo o comunicado de risco divulgado pelo Cievs.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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