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Sema reúne mais de 240 biólogos em curso de atualização do sistema de cadastro rural

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Com um público de 246 biólogos do Estado, a Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso promoveu, nesta terça-feira (06.08), o curso de atualização sobre o Sistema Mato-Grossense de Cadastro Ambiental Rural (Simcar). O objetivo foi atualizar o conhecimento dos profissionais que cadastram projetos de regularização ambiental no sistema.

A qualificação aconteceu com o público presente no auditório Arne Sucksdorff, na sede da Sema, e via Google Meet.

O biólogo Celso de Arruda, que está há mais de 25 anos no mercado, destacou que o sistema do Cadastro Ambiental Rural (CAR Digital) é rápido e transparente. “Mais uma oportunidade para nós no mercado de trabalho”, disse.

A professora do curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Mônica Aragona, estimulou os alunos do bacharelado a participar do curso.

“A presença da aula de hoje era a participação do curso promovido pela Sema, seja presencial ou via Google Meet. Estou sempre buscando as oportunidades de mercado de trabalho. O CAR Digital vem para agregar e como uma ótima opção. A turma está no segundo semestre e com bastante tempo para entender e aprender a usar a sistema”, reforçou.

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Foto: Sema-MT

A secretária adjunta de Gestão Ambiental, Luciane Bertinatto, abriu a programação com a apresentação entitulada ‘Oportunidades e desafios para a Regularização Ambiental em Mato Grosso – Agilidade e qualidade no processo de validação com o CAR Digital’.

Luciane fez um histórico do licenciamento ambiental desde 1995 até o CAR Digital. A adjunta reforçou que o foco do novo sistema é o combate ao desmatamento ilegal e que toda evolução é uma decisão de Governo em sintonia com o Código Florestal Brasileiro. “O técnico que atende um produtor precisa saber orientá-lo de forma correta. Por isso, entender todas as particularidades do sistema é de suma importância”, disse.

O presidente do Conselho Regional de Biologia da 1ª Região, André Camilli Dias, falou sobre papel do biólogo na regularização ambiental. “Quem atua no mercado de consultoria ambiental, vem para auxiliar o produtor que precisa regularizar a situação da sua propriedade, principalmente para obter crédito e benefícios do Governo. É uma oportunidade que o mercado está oferecendo”.

Segundo André, a regularização ambiental é mais uma fatia de trabalho para o biólogo, e o CAR Digital oportuniza isso. “Vamos promover mais ações como esta e auxiliar de alguma forma a categoria estar preparada para atender com excelência”.

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Aconteceu ainda a palestra sobre Geoprocessamento de Monitoramento Ambiental, explanada pela servidora da Sema, Olga Kummer. Já o servidor Gabriel Vitorelli falou sobre Transparência e qualidade da informação com o Geoportal.

Houve ainda interação com perguntas e respostas dos palestrantes e pelo superintendente de Regularização e Monitoramento Ambiental, Felipe Klein. Os participantes receberam certificado de quatro horas pela Escola de Meio Ambiente da Superintendência de Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão (SUEAC).

Foto: Sema-MT

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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