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Sema realiza curso de Monitores de Unidade de Conservação no Parque Estadual Serra Azul

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realiza o curso de monitores de Unidades de Conservação no Parque Estadual Serra Azul, em Barra do Garças. São 20 participantes que atuam como vigilantes patrimoniais que prestam serviço ao Estado e também a monitores e guias turísticos da região, que fazem o trabalho de campo em contato direto com os visitantes.

O Parque Serra Azul foi escolhido para receber o projeto piloto, que deverá ser replicado em outras Unidades de Conservação do Estado já abertas à visitação pública. “A Sema tem fortalecido o diálogo e investido na formação das comunidades que vivem no entorno das Unidades de Conservação, buscando o engajamento dessas pessoas na proteção dessas áreas”, destaca a superintendente de Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão, Juliana Carvalho.

O objetivo do curso é a formação técnica dos profissionais na temática ambiental, voltada às Unidades de Conservação. O intuito é ampliar a qualidade e capacidade de atendimento a sociedade em geral que frequenta estes espaços, buscando a integração sustentável dos visitantes com a natureza.

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O curso foi realizado na modalidade presencial, nos dias 08 e 09.4, com trilhas práticas para os monitores, apresentação da temática ambiental na Unidade de Conservação e modalidades sobre a importância da sustentabilidade, demonstração do papel da educação ambiental para o cuidado das Unidades de Conservação e o papel do monitor ressaltando a importância de sua função e conhecimento.

“O curso foi voltado para um público que já detém esse conhecimento como forma de capacitar quando for conduzir visitantes locais ou turistas pela Unidade de Conservação. O curso é dividido em módulos presencial, virtual e prática. O treinamento prático aprofunda nos conhecimentos sobre atrativos, ameaças, oportunidades e riscos dentro da Unidade de Conservação para profissionais tanto privados como para os que ocupam os postos de vigilância dentro do parque”, afirma a Gerente Regional do Parque Estadual Serra Azul e APA Pé da Serra Azul, Cristiane Schnepfleitner.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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