MATO GROSSO

Sema promove curso sobre consulta e interpretação de dados de sistema de monitoramento de qualidade do ar

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realizou nesta quarta-feira (3.12), no auditório Arne Sucksdorff, o curso “Consulta e Interpretação de Dados de Qualidade do Ar do Portal Qualiar-MT”. A capacitação, com três horas e meia de duração, com participação presencial e on-line, foi voltada aos servidores do setor de Saúde, Corpo de Bombeiros Militar e Defesa Civil.

O objetivo do treinamento foi orientar os participantes sobre as informações disponibilizadas no Portal Qualiar-MT, explicando como interpretar os dados gerados, promover a disseminação de informações corretas sobre a qualidade do ar e contribuir para a tomada de decisões mais conscientes.

Para o coordenador de Monitoramento da Água e do Ar e responsável pelo Laboratório da Sema, Sérgio Batista Figueiredo, o objetivo central da iniciativa foi esclarecer a interpretação dessas informações pela população.

“Nós trouxemos esse curso como uma forma de tornar compreensível como esse dado é gerado e o porquê ele é gerado dessa forma, tornando a informação acessível à população de forma geral. Pois o dado já é público, disponível de graça para todos”, afirmou.

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Entre os participantes do curso, o professor técnico-pedagógico da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Luiz Antônio Solino, avaliou a capacitação como essencial diante dos desafios ambientais atuais.

“Achei o curso muito relevante, principalmente porque agora, com a questão das mudanças climáticas, da poluição do ar e da crise ambiental, nós precisamos monitorar esses dados e saber o que está acontecendo em cada região, em cada localidade”, destacou o professor.

Portal Qualiar-MT

A plataforma foi desenvolvida por meio de parceria entre a Sema e o Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental da UFMT, com o propósito de fornecer informações seguras e em tempo real sobre a qualidade do ar, tanto para os órgãos públicos quanto para a população em geral.

O professor do Instituto de Física da UFMT, Paulo Arruda, explica que a proposta é expandir o sistema para todo o Estado.

“Esse sistema já tinha sido trabalhado há algum tempo, mas foi lançado recentemente. A ideia é que implementemos várias funcionalidades nele. O objetivo é que, até o final do próximo ano, a gente consiga monitorar todos os municípios do Estado. Uma fonte segura de informações sobre a qualidade do ar no Estado de Mato Grosso”, ressaltou.

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*Com supervisão da jornalista Clênia Goreth

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros combate três incêndios florestais neste domingo (11)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste domingo (11.10), três incêndios florestais registrados nos municípios de Juruena, Santa Terezinha e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 34 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 30 focos foram registrados na Amazônia e quatro focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foi identificado um foco de calor na Terra Indígena Aripuanã, em Aripuanã.

É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

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Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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