A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) deflagrou uma operação de fiscalização ambiental em uma área de floresta amazônica no município de Apiacás. Ao todo, foram apreendidos seis equipamentos e as penalidades aplicadas somaram cerca de R$ 130 mil em multas.
Realizada na última semana, a operação foi coordenada pela Unidade Desconcentrada de Alta Floresta da Sema, com apoio de policiais militares da Força Tática do município. A ação integrou uma etapa da Operação Amazônia e atendeu a um alerta de desmatamento emitido pela plataforma PLANET/SCCON, um sistema de alta resolução e precisão que monitora o Estado em tempo real.
No local, as equipes constataram destruição de vegetação nativa do bioma Amazônico e exploração seletiva de madeira sem as autorizações necessárias para a realização do desmate. A Sema identificou, posteriormente, que a área afetada pela extração ilegal somou 13,4 hectares no ano de 2025.
Foram apreendidos no local e destinados à Prefeitura de Apiacás um trator, uma motosserra, uma pá carregadeira, um caminhão, dois reboques e aproximadamente 210 m³ de madeira de espécies florestais nativas, que estavam estocadas na propriedade.
A Operação Amazônia, que integra órgãos estaduais e federais sob a coordenação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), utiliza como instrumentos o monitoramento em tempo real por satélite de todo o território de Mato Grosso, fiscalização contínua no local onde é identificado o crime ambiental, embargo de áreas, apreensão e remoção de máquinas flagradas em uso para o crime e a responsabilização de infratores.
Denúncia
Crimes ambientais devem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente pelo número 3613-7398 e 98153-0255 (por telefone ou WhatsApp), pelo email [email protected], pelo aplicativo MT Cidadão, pelo Fale Cidadão da CGE ou em uma das regionais da Sema.
Quem se deparar com um crime ambiental também pode denunciar à Polícia Militar, pelo 190.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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