MATO GROSSO

Selos de Avaliação em Ouvidoria e Transparência serão entregues nesta quarta-feira (2)

Publicado em

A Controladoria Geral do Estado (CGE) entrega, pela primeira vez, os Selos de Avaliação em Ouvidoria e Transparência a 25 órgãos e entidades estaduais, nesta quarta-feira (2.4), durante o 2º Encontro de Ouvidoria e Transparência do Poder Executivo. O evento será um momento de reconhecimento para os órgãos e entidades estaduais que se destacaram em 2024.

A premiação tem o objetivo de fortalecer as ações de transparência, promover a participação social e, principalmente, melhorar continuamente os serviços públicos oferecidos à população. As instituições avaliadas receberão selos que refletem o grau de aderência a critérios de transparência ativa e passiva e ouvidoria. Com base na pontuação, as instituições serão classificadas nas categorias bronze, prata, ouro e diamante. O selo também faz parte do programa Integridade Pública da CGE.

A avaliação foi realizada com base em 68 itens, incluindo aspectos essenciais para melhorar o atendimento à população. Entre os itens avaliados estão a divulgação de informações sobre locais e horários de atendimento, a atualização do regimento interno dos órgãos, a presença de links para o portal de transparência nos sites institucionais e a disponibilização de um ícone com link para o Fale Cidadão, facilitando o contato direto da população.

Leia Também:  Adolescente e homem são detidos com porções de maconha pela PM

De acordo com a secretária-adjunta de Ouvidoria-Geral e Transparência em exercício, Aline Landini, o selo é fundamental para o fortalecimento da confiança da população nas instituições públicas do Poder Executivo. “A premiação é a celebração do sucesso dessa primeira avaliação. Foram meses de contato direto, orientando as equipes técnicas dos órgãos e entidades, e o resultado foi muito positivo”, destacou.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

Published

on

Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros divulga resultado e convoca aprovados no seletivo para brigadistas

Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

Leia Também:  Período de matrículas para novos alunos da Escola Estadual Terra Nova encerram nesta sexta-feira (16)

As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA