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Sejus vistoria celas e unidades na Penitenciária Central do Estado

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Equipe da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) realizou, nesta quinta-feira (30.1), uma vistoria nas celas e unidades da Penitenciária Central do Estado (PCE). O secretário Vitor Hugo Bruzulato Teixeira liderou a visita.

O objetivo da vistoria foi conferir o sistema de segurança da unidade, as necessidades e como estão as mudanças realizadas depois do programa Tolerância Zero às Facções Criminosas.

Acompanharam a comitiva o secretário adjunto de Administração Penitenciária, André Fernandes Ferreira; o secretário adjunto de Inteligência, Daniel Santos Nery; o secretário adjunto de Administração Sistêmica, Augusto Sérgio de Sousa Cordeiro; e o secretário-corregedor-geral, Thiago Garcia Damasceno.

A comitiva conheceu todo o complexo penitenciário, passando pela padaria, marcenaria, autoelétrica e lavanderia, locais em que detentos da PCE trabalham sob supervisão.

Também foi apresentado o almoxarifado, onde foi constatado que há suprimentos de limpeza e higiene suficientes para abastecer a unidade, além de fiscalizar a lavagem de todo o material recolhido na unidade, como lençóis e uniformes.

O secretário também fez questão de realizar uma vistoria interna nas celas para verificar como está a limpeza e cumprimento dos procedimentos de segurança após as revistas realizadas na última sexta-feira (24). A área de saúde e o raio de segurança máxima da PCE também foram vistoriados. “Foi constatado que está em perfeito estado de funcionamento. E toda a unidade está limpa”, declarou Vitor Hugo.

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O secretário destacou a importância do scanner corporal no combate às facções criminosas para impedir a entrada de objetos proibidos.

“Cada celular que a gente retira daqui, é uma vida lá fora que está sendo preservada. Se a gente conseguir, dentro desse trabalho complexo, unindo esforços, impedir a entrada de objetos ilícitos, a Sejus e a Polícia Penal terão condições de fazer esse controle efetivo e eficiente da Segurança Pública aqui no nosso Estado. Não tenho dúvidas que conseguiremos, porque nós estamos trabalhando de forma unida nesse propósito”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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