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Sejus realiza curso de corte e costura para detentos na Penitenciária de Sinop por meio do SER Família Capacita

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Detentos da Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira, de Sinop (a 500 km de Cuiabá), deram início, nesta segunda-feira (27.1), ao projeto Reconstruindo Sonhos, um curso de corte e costura realizado dentro da unidade prisional.

Ofertado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em parceria com o projeto SER Família Capacita 2025, o curso terá duração de 20 dias.

As aulas ocorrerão de segunda a sexta, em período integral, dentro da penitenciária, com aulas teóricas e práticas. Ao todo, 20 Pessoas Privadas de Liberdade (PPLs) estão inscritas no curso.

A aula inaugural foi realizada na sexta-feira (24), mas o curso começou oficialmente hoje (27).

“Esses cursos e capacitações serão sempre incentivados e intensificados pela Sejus, pois são importantes para o processo de ressocialização”, afirmou o secretário de Justiça de Mato Grosso, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira.

Para a primeira-dama de MT, Virginia Mendes, a qualificação dos detentos é essencial. “Aqueles que estão aptos a fazer os cursos, se souberem aproveitar a oportunidade, com certeza perspectivas de mudança e uma vida íntegra pode surgir. Cerca de 23 mil pessoas já foram matriculadas nos cursos do SER Família Capacita, um investimento do Governo do Estado de mais R$ 30 milhões. Com certeza bons frutos serão colhidos”, ressaltou.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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