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Sefaz alerta população sobre golpes utilizando pagamento do IPVA

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A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz MT) alerta os contribuintes sobre golpes envolvendo o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). À medida que o prazo de vencimento do tributo se aproxima e há um aumento na demanda pela emissão do documento de arrecadação, essas práticas ilícitas têm se intensificado, resultando em prejuízos financeiros para muitos cidadãos.

Para evitar cair no golpe, a Sefaz orienta que os motoristas utilizem apenas os canais oficiais para acessar o sistema do IPVA e emitir o boleto. Dentre eles estão o site da secretaria – www.sefaz.mt.gov.br, o portal de serviços do Governo do Estado – www.portal.mt.gov.br, o site do Detran – www.detran.mt.gov.br e o aplicativo MT Cidadão.

O cidadão também deve evitar usar buscadores como Google, OperaGX, Yahoo, Bing, entre outros. Como a maioria das páginas falsas são patrocinadas, elas aparecem em destaque ao fazer a pesquisa. Portanto, se for necessário usar essas ferramentas, a pessoa deve evitar palavras-chave como “IPVA SEFAZ MT”.

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Outra recomendação é sempre verificar os dados de quem vai receber antes de efetivar o pagamento. O nome que deve aparecer no comprovante é “Estado de Mato Grosso”.

De acordo com as denúncias recebidas pela Sefaz, sites falsos que imitam o portal da Sefaz e o sistema do IPVA são criados para cobrar o imposto. Essa é uma prática recorrente, que acontece em vários Estados, principalmente perto do período de pagamento do imposto. Para atrair as vítimas, são oferecidos descontos com percentuais diferentes dos concedidos pelo Governo do Estado.

Caso algum contribuinte tenha caído no golpe, a orientação é que um Boletim de Ocorrência (BO) seja registrado junto à Polícia Civil, de forma presencial ou por meio da Delegacia Virtual. Denúncias informando o site falso também podem ser feitas no Fale Cidadão, da ouvidoria da Controladoria Geral do Estado (CGE), ou na ouvidoria da Sefaz.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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