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Seduc seleciona professores para atuar em curso preparatório do Exame Certificador da Educação de Jovens e Adultos

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) abriu um Processo Seletivo Simplificado para selecionar professores efetivos da Rede Estadual interessados em atuar no Curso Preparatório para o Exame Certificador da Educação de Jovens e Adultos (ECEJA). O edital prevê 20 vagas imediatas, além da formação de cadastro de reserva.

Os profissionais selecionados ministrarão aulas e desenvolverão atividades de suporte pedagógico aos candidatos do ECEJA. As ações serão realizadas em unidades escolares de Cuiabá e de Várzea Grande, com foco na preparação dos estudantes para o exame certificador.

As vagas estão divididas em quatro áreas do conhecimento. São cinco oportunidades para Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Biologia, Física ou Química), cinco para Linguagens e suas Tecnologias (Letras), cinco para Matemática e suas Tecnologias e outras cinco para Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (História, Geografia, Filosofia ou Sociologia).

Podem participar da seleção professores efetivos da Rede Pública Estadual de Ensino que possuam licenciatura na área correspondente, experiência comprovada na modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) e disponibilidade para atuar no período noturno e também nos sábados letivos previstos pelo projeto.

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A seleção será realizada em etapa única, por meio de análise curricular, considerando a titulação acadêmica e a experiência profissional dos candidatos. No momento da inscrição, será necessário anexar documentos como diploma de graduação, declaração de disponibilidade, certificados de pós-graduação, quando houver, e comprovação de atuação na EJA.

Os professores selecionados cumprirão carga horária de 10 horas semanais ao longo dos quatro meses de duração do projeto. A remuneração será proporcional à jornada exercida, tendo como referência o salário inicial do cargo de professor em início de carreira, nível B2, para jornada de 30 horas semanais.

Além das aulas presenciais, os profissionais participarão de formação continuada, hora-atividade e encontros pedagógicos, incluindo atividades aos sábados, conforme organização da Coordenadoria de Educação de Jovens e Adultos (COEJA).

As inscrições e o envio da documentação devem ser realizados exclusivamente pela internet. Todas as etapas do processo seletivo, incluindo resultados, recursos e convocações, serão divulgadas no Portal PAS da Seduc.

Cronograma
• 25/06/2026 – Publicação do edital;
• 25 a 26/06/2026 (até 17h) – Prazo para impugnação do edital;
• 26/06/2026 (a partir das 18h) – Divulgação do resultado das impugnações;
• 25 a 28/06/2026 – Inscrições e envio da documentação para avaliação de títulos;
• 29 e 30/06/2026 – Análise das inscrições;
• 30/06/2026 (a partir das 18h) – Divulgação do resultado preliminar das inscrições e da avaliação de títulos;
• 30/06/2026 (18h) até 01/07/2026 (17h) – Prazo para recursos;
• 01/07/2026 (a partir das 18h) – Divulgação do resultado dos recursos e do resultado final;
• A partir de 01/07/2026 – Início da convocação dos selecionados;
• Agosto de 2026 – Início das atividades.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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