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Seduc entrega 1.225 livros literários para o Sistema Prisional de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) entregou, na tarde desta sexta-feira (09.08), 1.225 livros literários para o Sistema Prisional de Mato Grosso. As publicações contemplam diversos gêneros literários e irão atender salas anexas de escolas da rede estadual que atendem, com a educação básica, cerca de 3 mil pessoas privadas da liberdade em 41 unidades penais do Estado.

O secretário Alan Porto ressaltou que o acervo não atende exclusivamente os estudantes das salas anexas, mas todos os 12.600 reeducandos do sistema em Mato Grosso. “Basta que eles manifestem o interesse pela leitura que os professores irão orientá-los quanto a escolha dos títulos”, explicou.

Alan observou que, em julho, a Seduc já havia entregue 532 livros literários para atender seis Centros de Atendimento Socioeducativo (CASE) nos municípios de Cuiabá (feminino e masculino), Barra do Garças, Cáceres, Lucas do Rio Verde, Rondonópolis e Sinop. “Esta ação faz parte da Política de Educação de Jovens e Adultos da Seduc, visando proporcionar recursos educacionais para jovens em situação de socioeducação”, disse.

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Em todas as unidades, a gestão e acompanhamento da leitura é de responsabilidade do projeto Remissão pela Leitura, que é ligado ao Governo Federal. Já os professores pedagogos que atuam nas salas anexas da rede estadual, que funcionam nas unidades prisionais, contribuem com a orientação da leitura de acordo com nível de escolaridade de cada reeducando.

O juiz de direito e coordenador do eixo de educação nas prisões do Grupo de Monitoramento e Fiscalização Carcerária (GMF), Bruno de Oliveira Marques, avaliou que a educação é primordial e essencial para a ressocialização.

“Diante deste contexto, o GMF em parceria com a Seduc e com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) constituiu um grupo de trabalho atuante e vem trazendo ações de melhoria no contexto educacional do sistema penitenciário. O objetivo é que, até o final deste ano, todas as unidades prisionais do Estado sejam contempladas com o projeto remissão pela leitura”, disse o magistrado.

Bruno lembrou que o projeto de leitura, dentro das unidades prisionais, é de bastante valia para os detentos se ressocializar e também para reduzir a pena. Para cada livro comprovadamente lido por meio de uma resenha, o detento recebe uma remissão de quatro dias da pena. “Dependendo da dedicação, 12 livros lidos durante um ano, representa 44 dias de remissão”, completou.

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Dentre os livros distribuídos estão Vozes do Horror, Torto Arado, Cecilia Meireles – Antologia Poética, O Mundo de Sofia, Grande Sertão Veredas, Dom Quixote de Cervantes, Seara Vermelha, Dom Casmurro, Aqui Tem Coisa, Farsa da Boa Preguiça, Capitães da Areia, Lua de Larvas, Memórias Quase Póstumas, A Sombra do Vento, Quissama, A Estepe, O Pássaro Noturno, A Gata do Rio Nilo, entre outros.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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