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Seciteci abre período de envio de artigos para 4ª edição de revista científica

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A revista científica Educação C&T, da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), já está recebendo submissões de artigos para a quarta edição. Pesquisadores, docentes, discentes e profissionais de Escolas Técnicas e Instituições de Ensino Superior (IES) podem enviar artigos até o dia 12 de maio.

Neste ano, o dossiê temático será: “Inteligência Artificial, Educação e Trabalho: Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento Sustentável”.

Respeitando o tema, os artigos podem abordar os seguintes eixos: Inteligência Artificial na Educação; IA na Ciência e Pesquisa; IA e Agricultura 4.0 e Desafios Éticos e Sociais da IA.

A coordenadora de Regulação e Supervisão da Educação Superior da Seciteci, Fátima Possamai, explica a importância do tema escolhido. “A IA está sendo disseminada tanto na educação quanto no mercado de trabalho, na pesquisa científica ou no setor produtivo. Por isso, é essencial trocar experiências, abordar e debater como este tema tão atual está sendo trabalhado nas diversas pesquisas desenvolvidas”, afirmou.

Cada artigo poderá ter até quatro autores, sendo obrigatório que pelo menos um deles possua titulação mínima de mestrado. As pesquisas devem ser inéditas e apresentar dados atualizados, não podendo ter sido submetidas ou publicadas em outros periódicos, livros ou eventos científicos.

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Fátima explica ainda que os textos devem ter entre 12 e 15 páginas, incluindo figuras, tabelas, gráficos e referências. Submissões que ultrapassem 15 páginas não serão aceitas. Para conferir outras normas de publicação, como formatação e estrutura – clique aqui.

Podem se candidatar pesquisadores de todo o país. As submissões devem ser feitas exclusivamente pelo email: [email protected].

Sobre a Revista

Criada em 2022 pela Seciteci, a Revista Educação C&T visa estimular pesquisadores para uma construção compartilhada de conhecimentos nas áreas de educação, ciência, tecnologia e inovação. O periódico científico reflete o compromisso da Secretaria em fomentar a produção científica e o pensamento crítico no Estado.

Em suas três edições anteriores, a Revista reuniu artigos e estudos de diversos autores e instituições, posicionando-se como uma plataforma colaborativa e reflexiva, que busca explorar práticas educativas e as transforma em soluções para os desafios contemporâneos.

As três edições anteriores estão disponíveis gratuitamente em versão on-line (acesse aqui).

* Sob supervisão de Téo Meneses.

Fonte: Governo MT – MT

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Operação da Polícia Civil mira grupo que manipulava imagens de adolescentes e vendia como conteúdos pornográficos

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (27.5), a Operação Máxima Proteção, para cumprir três ordens judiciais em Juína, Sinop e Cacoal (RO), visando desarticular um grupo investigado pela produção, armazenamento e comercialização de conteúdos pornográficos ilícitos envolvendo manipulação digital de imagens de adolescentes.

A investigação conduzida pela Delegacia de Juína começou após a identificação de quatro adolescentes, alunos de uma escola particular do município, suspeitos de envolvimento no caso. Com o avanço das apurações, a Polícia Civil também identificou a participação de maiores de idade, o que levou à abertura de um inquérito para aprofundar as investigações.

Até o momento, aproximadamente 30 vítimas foram identificadas em Juína, a maioria adolescentes, estudantes de duas escolas particulares do município e também do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

Segundo a investigação, os suspeitos usavam uma ferramenta de inteligência artificial para alterar e criar conteúdos falsos com aparência realista, dificultando a identificação da fraude.

Durante as diligências, os elementos técnicos demonstraram que os investigados produziam montagens pornográficas ilícitas utilizando imagens das vítimas, armazenavam os arquivos em dispositivos eletrônicos e serviços de nuvem, além de compartilharem os conteúdos com terceiros. A investigação apontou que as práticas ocorriam de forma reiterada e organizada, com divisão implícita de funções entre os envolvidos.

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As apurações indicam ainda que dois adolescentes, ambos de 15 anos, passaram a explorar economicamente os conteúdos produzidos, cobrando valores que variavam de R$ 30 por fotografia a até R$ 120 por vídeo.

Os extratos bancários analisados revelaram movimentações financeiras compatíveis com atividade ilícita, demonstrando recebimentos frequentes, diversidade de remetentes e compatibilidade com os valores negociados nas conversas obtidas durante a investigação.

A análise dos dados identificou compradores distribuídos em diversos estados da federação, incluindo Minas Gerais, Pará, Rondônia, Tocantins e Bahia, evidenciando o caráter interestadual da prática criminosa e aumentando a complexidade investigativa.

Também foi constatado que os suspeitos utilizavam perfis falsos em redes sociais, com identidades femininas fictícias, utilizados para divulgação dos conteúdos ilícitos, contato com compradores e simulação de legitimidade. O Facebook era a principal plataforma utilizada pelo grupo.

As investigações apontam que os envolvidos atuavam de forma minimamente organizada, com produção sistemática de conteúdo pornográfico ilícito, compartilhamento de ferramentas tecnológicas, divisão de tarefas e planejamento financeiro.

No estado de Rondônia, a operação teve como alvo um homem de 20 anos, investigado por participação nos fatos apurados. O mandado de busca e apreensão contra ele foi cumprido pela equipe de Juína, com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cacoal (RO), após levantamento do Núcleo de Inteligência (NI) do Núcleo de Inteligência da Delegacia de Cacoal.

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Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes previstos no Art. 241-C da Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), além de outros delitos eventualmente identificados no decorrer das investigações.

“A Operação Máxima Proteção reforça o compromisso da Polícia Civil com a proteção integral de crianças e adolescentes e destaca a importância da conscientização sobre os riscos e consequências do uso criminoso de ferramentas de manipulação digital”, afirmou o delegado Jean Andrade Araújo.

Fonte: Governo MT – MT

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