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Secel publica relação de pendências documentais para técnicos inscritos em edital do projeto OlimpusMT

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) publicou, nesta segunda-feira (10.3), a relação de pendências documentais do edital Bolsa Técnico. Prevista no cronograma, a publicação notifica quais são os documentos pendentes aos treinadores inscritos na seleção pública que integra o projeto OlimpusMT do Governo de Mato Grosso.

Os documentos solicitados nas “pendências documentais” devem ser encaminhados ao e-mail [email protected], até a próxima segunda-feira (17.3).

“Trata-se da notificação sobre os documentos que os técnicos inscritos no edital enviaram errado ou deixaram de enviar. Agora, terão esse prazo para encaminhar e, a partir daí, darmos continuidade às análises”, explica o secretário-adjunto de Esporte e Lazer da Secel, Beto Corrêa.

O edital conta com orçamento de R$ 1,2 milhão para ofertar bolsas de auxílio mensal a mais de 70 treinadores esportivos em todo o Estado. Durante 12 meses, os profissionais classificados recebem mensalmente R$ 1 mil na categoria Técnico Base, R$ 1,5 mil na categoria Nacional, e R$ 2 mil na categoria Internacional.

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O benefício é concedido a técnicos de atletas, paratletas, surdoatletas e atletas-guia praticantes do desporto de rendimento, compreendendo, preferencialmente, os esportes olímpicos, paralímpicos e surdolímpicos.

Nesta edição, a seleção pública considera os eventos ocorridos no ano de 2023. Entre os documentos pendentes estão declarações, comprovantes e registros, além de certidões e plano anual de trabalhos.

O edital, cronograma com prazos e respectivos anexos estão disponíveis no site www.secel.mt.gov.br/w/edital-nº-001/2025/secel-mt-bolsa-tecnico. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone do projeto: +55 65 8174-0253.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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