A Superintendência de Economia Criativa da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT) está convocando representantes do setor audiovisual do Estado para uma reunião pública online a fim de discutir a distribuição dos recursos dos editais que serão elaborados pelo órgão na modalidade de co-investimento com o Governo Federal, por meio dos Arranjos Regionais, da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (Minc). As inscrições podem ser feitas até esta sexta (16.01), às 16h – clique aqui. A reunião está marcada para as 16h30, com término previsto para as 18h30 do mesmo dia.
Os Arranjos Regionais visam estimular o desenvolvimento e o fortalecimento das cadeias produtivas locais por meio da descentralização de recursos e da consolidação de uma política de complementaridade, elaborada em conjunto com estados e municípios. O objetivo é o fortalecimento dos eixos da Política Nacional de Audiovisual, a partir do investimento de recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).
“A Secel encaminhou e aprovou no Edital dos Arranjos Regionais uma proposta para Mato Grosso, em um total de R$ 18 milhões investidos no audiovisual mato-grossense, sendo R$ 3 milhões oriundos do orçamento próprio. Neste momento, estamos detalhando o plano de ação aprovado pelo Minc/SAV. Para isso, iremos ouvir os trabalhadores do audiovisual mato-grossense com o intuito de definir o objeto a ser fomentado, os produtos: formato, tipologia e valores por projeto, dos recursos oriundos do FSA”, explica a superintendente de Economia Criativa da Secel, Keiko Okamura.
Conforme a superintendência, serão elaborados três editais com recursos próprios da Secel. As propostas serão apresentadas na reunião, assim como a distribuição do recurso. Os editais serão elaborados com a contribuição do setor e seguindo os regramentos e a legislação da Agência Nacional do Cinema (Ancine). “Trata-se de um investimento retornável e que retroalimenta o Fundo”, frisa Keiko.
No total, serão lançados quatro editais, que vão contemplar os eixos de formação, produção, negócios e difusão, em consonância com o Plano Nacional de Desenvolvimento do Audiovisual e da política de desenvolvimento do audiovisual de Mato Grosso, setor que tem recebido investimentos do Estado. “Reconhecemos o potencial de desenvolvimento do audiovisual como grande atrativo da economia criativa”, conclui a superintendente.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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