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Secel contempla mais de 70 técnicos de MT com bolsas mensais de até R$ 2 mil

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) publicou, nesta segunda-feira (28.4), o resultado final da classificação do edital Bolsa Técnico, que integra o programa Olimpus MT. Com R$ 1,2 milhões de investimento, a seleção pública atende os treinadores de Mato Grosso com bolsas mensais que variam de R$ 1 mil a R$ 2 mil.

“Mais um ano em que garantimos auxílio mensal aos treinadores que acompanham nossos atletas. Além de oferecer condições para que se dediquem aos treinamentos, o Bolsa Técnico também é um reconhecimento pelo trabalho que fazem para desenvolver as potencialidades esportivas de Mato Grosso”, destaca o secretário David Moura.

Ao todo, foram classificados 73 técnicos de vários municípios mato-grossenses. Destes, 31 são da categoria Base, 30 da categoria Nacional e 12 da categoria Internacional. Clique aqui para conferir a relação completa dos selecionados.

Entre os classificados, estão treinadores de atletismo, ciclismo, ginástica rítmica, handebol, judô, natação, taekwondo, Wrestling, além de de muitas outras modalidades.

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Também há beneficiados que treinam atletas com deficiências nas modalidades paradesportivas, como goalball, badminton, atletismo adaptado, judô, futebol de cegos e futsal de surdos.

Durante 12 meses, os profissionais classificados recebem mensalmente R$ 1 mil na categoria Técnico Base, R$ 1,5 mil na categoria Nacional, e R$ 2 mil na categoria Internacional.

Para assegurar o benefício, os técnicos contemplados deverão entregar o termo de concessão de auxílio até 05 de maio. O documento deverá ser impresso, preenchido, assinado e encaminhado à Secretaria Adjunta de Esporte e Lazer, localizada na Arena Pantanal, em Cuiabá.

O Termo de Concessão de Auxílio está disponível para download, de acordo com a categoria, no site da Secel – clique aqui para acessar.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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