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Rotam prende quadrilha por furto em usina solar e apreende fios de cobre em Cuiabá

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Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam, nesta quarta-feira (29.4), quatro homens, de 32, 26, 20 e 37 anos, suspeitos de furtar uma usina de placas solares no município de Campo Verde. A prisão ocorreu em Cuiabá, após ação integrada de inteligência e cerco policial.

As equipes da Rotam receberam informações de que dois veículos estariam sendo utilizados em furtos a usinas solares nas regiões de Sorriso e Nova Ubiratã. Diante da denúncia, a Diretoria da Agência Central de Inteligência (Daci) passou a monitorar os suspeitos e identificar o modo de atuação do grupo.

Na noite de terça-feira (28.4), foi constatado que os veículos seguiam em direção a Campo Verde, município que concentra diversas usinas solares. Já na madrugada desta quarta-feira (29.4), novas informações indicaram que os suspeitos retornavam para Cuiabá por estradas vicinais, possivelmente para evitar fiscalização.

Com apoio das demais equipes e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), foi montado um cerco na região do Olho D’Água e em rotas alternativas. Durante a operação, um dos veículos foi abordado nas proximidades de um posto de fiscalização. O segundo automóvel foi localizado e acompanhado por equipe aérea até ser interceptado na Rodovia dos Imigrantes.

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Durante buscas pessoais e veiculares, os policiais localizaram grande quantidade de fios de cobre, além de ferramentas e equipamentos utilizados para a extração do material, compatíveis com furtos em usinas solares.

Os suspeitos relataram que o material furtado em ações anteriores teria sido comercializado em um estabelecimento na região do bairro Jardim Industriário, em Cuiabá. Os veículos utilizados na ação foram entregues ao responsável legal da empresa proprietária.

Os quatro suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados à Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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