O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) alcançou um novo marco institucional com a obtenção do International Standard Serial Number (ISSN) eletrônico para a Revista Científica Scintilla. A formalização do código identificador internacional representa o amadurecimento da publicação e sua inserção definitiva na comunidade científica internacional.
O ISSN é um identificador numérico único e intransferível que certifica a periodicidade e a seriedade de publicações científicas. Com esse reconhecimento, a Revista Scintilla passa a contar com validação formal, facilitando sua identificação em bibliotecas, bases de dados e índices de citações internacionais.
Além disso, o registro assegura maior valorização da produção científica desenvolvida por oficiais do CBMMT e por colaboradores externos, ampliando a visibilidade e a validade acadêmica dos artigos publicados. O avanço também fortalece o intercâmbio de conhecimento, permitindo que as inovações desenvolvidas em Mato Grosso alcancem pesquisadores de diferentes regiões do país e do mundo.
Para o comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra, a obtenção do ISSN eletrônico materializa o compromisso institucional com a ciência e a pesquisa.
“Essa conquista é a garantia de que o conhecimento gerado por nossos oficiais será preservado e reconhecido como patrimônio intelectual da nossa corporação, além de projetar o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso no meio acadêmico e fortalecer a produção científica voltada à segurança pública e ao salvamento”, falou.
Na avaliação do presidente da comissão responsável pela revista científica, coronel BM Vanderlei Bonoto Cante, a liberação do ISSN eletrônico representa um marco importante para as publicações.
“Passamos a ser uma revista com qualidade reconhecida nacionalmente. Esse processo de reflexão dos bombeiros sobre a própria prática, resultando em artigos científicos bem elaborados e dentro das normas técnicas, aliado ao ISSN, possibilitará diversas publicações relevantes e contribuirá diretamente para o aprimoramento das soluções desenvolvidas pela corporação” afirmou.
De acordo com major Leandro Alves, a obtenção do ISSN eletrônico eleva a revista científica do CBMMT a um patamar superior de credibilidade científica e acadêmica.
“Trata-se de requisito técnico essencial para a indexação em repositórios e bases de dados, inclusive internacionais, ampliando a visibilidade e o impacto das publicações. Esse avanço reforça a credibilidade institucional e consolida o compromisso do CBMMT com padrões editoriais reconhecidos no âmbito científico” destacou.
Em seu terceiro volume, a revista se destaca por reunir pesquisas produzidas pela primeira turma de oficiais formada integralmente pela Academia Bombeiro Militar do Estado. Os trabalhos abordam temas relevantes, que vão desde a segurança contra incêndio e pânico até o impacto da Lei Lucas nas escolas, agora respaldados pelo reconhecimento de uma publicação científica indexada.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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