Vinte reeducandos da unidade prisional masculina de Cáceres iniciaram, nesta segunda-feira (07.4), um curso de qualificação em assentador de revestimento cerâmico.
A qualificação é promovida em parceria entre a Secretaria de Estado de Justiça, Programa Ser Família Capacita, idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT).
Os cursos profissionalizantes são uma das frentes de trabalho desenvolvidas pela Secretaria de Justiça com a parceria de diversas entidades, como o Senai, IFMT, Senar, entre outros, para levar cursos gratuitos às pessoas privadas de liberdade mostrando uma oportunidade de buscar novos caminhos.
“Pela educação e qualificação, o reeducando pode alcançar novas oportunidades de reinserção social”, pontuou o secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato.
Neste mês de abril, em várias unidades prisionais do estado há cursos de qualificação em andamento ou em período de conclusão. Na Penitenciária Major Zuzi Alves da Silva, em Água Boa, um grupo de presos está concluindo o curso de instalador hidráulico.
Na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto, 20 mulheres estão fazendo o curso de elétrica predial; na Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino, em Sinop, há cinco cursos em andamento nas áreas de construção de alvenaria, elétrica predial, assistente de controle de qualidade, padeiro e soldador.
Para a primeira-dama Virginia Mendes, o programa está atingindo o propósito, que é alcançar a população. “Não importa onde essas pessoas estejam, se elas têm vontade de mudança, elas merecem ser assistidas. O Ser Família Capacita está transformando vidas. A qualificação profissional é uma ferramenta poderosa para recomeços dignos, e cada reeducando que participa desses cursos dá um passo importante para um futuro melhor. Agradeço a parceria com a Secretaria de Justiça e o Senai-MT, que tornam esse projeto possível”, ratificou Virginia Mendes.
A partir de 4 de julho, os agentes públicos devem redobrar a atenção ao uso de redes sociais, aplicativos de mensagens e ferramentas de inteligência artificial para evitar condutas vedadas pela legislação eleitoral.
As orientações estão na cartilha elaborada pela Controladoria-Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) e pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT). O material reúne as principais regras que devem ser observadas pelos agentes públicos do Governo de Mato Grosso nas eleições de 2026.
De acordo com a legislação eleitoral, servidores públicos e demais agentes da administração, como terceirizados, residentes técnicos e estagiários, podem manifestar suas opiniões políticas e apoiar candidatos em suas redes sociais pessoais já que o exercício da cidadania é um direito garantido. Entretanto, essa manifestação deve ocorrer fora do horário de expediente, sem utilização de recursos públicos e sem associação da função pública à propaganda eleitoral.
Aplicativos de mensagens
O uso de aplicativos como WhatsApp e Telegram é permitido para manifestações políticas em caráter pessoal. Contudo, a legislação proíbe o uso da estrutura pública para divulgação eleitoral.
Entre as condutas vedadas estão: utilizar telefones institucionais para fins de campanha; enviar mensagens políticas durante o horário de trabalho e utilizar listas de contatos obtidas em razão da função pública para divulgação eleitoral.
Inteligência artificial
A inteligência artificial pode ser utilizada para finalidades legítimas, como melhorar a qualidade de imagens e vídeos ou produzir conteúdos digitais. Contudo, é proibido usar essa tecnologia para criar ou divulgar informações falsas que possam influenciar eleitores ou prejudicar candidatos.
Propaganda na internet
A legislação também estabelece regras específicas para a propaganda eleitoral no ambiente digital. É proibida a divulgação de propaganda eleitoral em sites oficiais de órgãos públicos e intranets governamentais.
Quanto ao impulsionamento de conteúdo na internet, somente pode ser realizado por candidatos ou políticos, de acordo com as exigências legais de identificação e contratação.
Atenção às consequências
As regras eleitorais buscam preservar a neutralidade da administração pública e assegurar a igualdade de condições entre os candidatos.
O descumprimento das normas pode resultar em multas, responsabilização administrativa, cassação de registro ou diploma, declaração de inelegibilidade e outras sanções previstas na legislação eleitoral.
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