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Projeto Verde Novo leva conscientização ambiental para alunos de escola municipal de Cuiabá

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O meio ambiente ecologicamente equilibrado é direito de todos, conforme previsão constitucional. Porém, é dever do Poder Público e da coletividade a sua defesa e preservação. Daí decorre a primeira diretriz do Projeto Verde Novo, do Poder Judiciário, que leva conscientização ambiental a toda comunidade, a começar pelas crianças. Nesta sexta-feira (29 de setembro) foi a vez dos alunos do 6º Ano, da Escola Municipal Celina Fialho Bezerra, do bairro Altos da Serra I, em Cuiabá, receberem o projeto.
 
As atividades começaram com a palestra sobre a importância da arborização urbana, realizada pela engenheira florestal do Verde Novo, Rosiani Carnaíba. “O foco da palestra é transmitir às crianças de forma simples e didática informações sobre a importância da preservação de rios e matas, os benefícios da formação de espaços públicos arborizados e orientações sobre o plantio de novas árvores. Além disso vamos distribuir 50 mudas de árvores nativas e frutíferas”, informou.
 
Os estudantes também participaram de uma oficina de plantio de mudas no terreno da escola e do jogo ecológico rebojando, em que as crianças aprendem brincando. “Eu participei da palestra, aprendi sobre a importância das árvores para nosso ambiente e ecossistema. Também plantamos algumas árvores para a geração futura ter mais sombras para amenizar o efeito estufa. E com a árvore podemos ter sombra, descansar e brincar. Achei interessante o jogo rebojando que fez várias perguntas sobre ecossistema, sobre o pantanal, achei bem legal”, afirmou o estudante do 6º Ano A, Vitor Hugo Andrade, de 12 anos.
 
Para o professor responsável pela turma, Marcelo Rocha, o projeto Verde Novo vem à escola para somar. “Ele é de suma relevância porque veio ajudar trazer para as crianças a importância do resgate do título de Cuiabá Cidade Verde de novo, com palestras, com plantio e distribuição de mudas nativas e frutíferas. Além de interagir com as crianças de maneira leve a agradável com a brincadeira do jogo Rebojando”, enalteceu.
 
Conforme o representante da prefeitura de Cuiabá na ação, Abel Nascimento, a gestão municipal orienta a respeito do plantio das plantas seguindo o Decreto Municipal n. 5.144/2012, que dispõe sobre a arborização urbana da capital e “enfatiza a utilização de espécies nativas do nosso bioma na proporção de 70%. Dentre elas, há as frutíferas, que nos dão, por exemplo, pitanga, caju, pitomba, amora, tamarindo e acerola, e as arbóreas, tais como o jacarandá, ipê roxo, ipê rosa, oiti e ipê branco”, concluiu.
 
A próxima ação do projeto Verde Novo vai ser realizada no Parque da Família, no dia 07 de outubro, em Cuiabá.
 
Verde Novo – Um projeto do Poder Judiciário de Mato Grosso, idealizado pelo Juizado Especial Volante Ambiental de Cuiabá (Juvam).
 
 
#paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem 1: alunas da escola plantando uma muda de árvore, elas estão ao redor da muda com as mãos na terra e, uma delas, segura uma pá. Imagem 2: foto na horizontal colorida, o palhaço responsável pelo jogo ecológico Rebojando está ao centro, sobre um tabuleiro ecológico, apontando as mãos para as crianças, que estão sentadas em volta do tabuleiro, e a engenheira florestal aparece ao fundo. 
 
Eli Cristina Azevedo
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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