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Projeto “Um Conto em Cada Canto” leva histórias populares a comunidades de Cuiabá

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Com apresentações gratuitas de contação de histórias em centros de convivência e espaços culturais, a 2ª edição do projeto Um Conto em Cada Canto teve início nesta sexta-feira (8.5) e segue até 22 de maio, em diferentes pontos da Capital. Além de atender os públicos de cada ponto selecionado, o público externo também pode assistir.

A iniciativa é realizada com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), selecionada no edital Literatura em Cena, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel), e conta com apoio das instituições e espaços culturais das apresentações.

O projeto é um encontro de dois artistas que atuam na valorização das narrativas populares e da tradição oral: os narradores de história e escritores Alicce Oliveira, de Cuiabá, e João Luiz do Couto, de Barra do Garças.


Alicce apresenta o espetáculo “Contos e Lendas de Mato Grosso”, que se propõe a narrar histórias do Estado, enquanto João encena o “O Tempero da Vovó”, inspirado em memórias familiares como elemento narrativo.

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A iniciativa irá chegar ao Quintal de Dona Domingas (Flor Ribeirinha), na Comunidade São Gonçalo Beira Rio, e aos centros de convivência “Padre Firmo Pinto Duarte”, no bairro Dom Aquino, e “Aidee Pereira do Nascimento”, no bairro Novo Horizonte.

A proposta é aproximar públicos diversos de histórias que atravessam gerações, fortalecendo vínculos culturais e sociais por meio da escuta e da partilha.

“A contação de história, nossa paixão, é mais que uma linguagem das artes cênicas. É levar literatura, teatro, encantamento para o público, nesse momento acolhedor de olho no olho. Contar histórias é tocar corações”, diz Alicce.


Acessibilidade

“Um Conto em Cada Canto” também incorpora recursos de acessibilidade. As apresentações contam com interpretação em Libras, voltadas para pessoas surdas ou com baixa audição. A equipe do projeto também participou da formação “Acessibilidade cultural e atitude inclusiva”, que abordou as formas distintas de promover a acessibilidade, além de orientar para uma atitude anticapacitista.

Orientada pelas formas de atuação na acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitudinal, a produção decidiu por entregar, a cada um dos espaços que acolherão as apresentações, um kit com duas placas em braille para banheiros, seis capas para assentos prioritários e 25 adesivos de acessibilidade universal.

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Serviço
Um Conto em Cada Canto – 2ª edição
De 8 a 22 de maio de 2026, em Cuiabá
Entrada gratuita – aberto ao público externo

15/05 (sexta), às 9h
Espetáculo: Contos e Lendas de Mato Grosso, com Alicce Oliveira
Local: Quintal da Dona Domingas (Flor Ribeirinha), comunidade São Gonçalo Beira Rio

21/05 (quinta), às 9h
Espetáculo: O Tempero da Vovó, com João Luiz do Couto
Local: Centro de Convivência para Idosos Padre Firmo Pinto Duarte, bairro Dom Aquino

22/05 (sexta), às 8h30
Espetáculo: Tempero da Vovó, com João Luiz do Couto
Local: Centro de Convivência Intergeracional Aidee Pereira do Nascimento (Rua Flamengo, s/n Novo Horizonte)

Com informações da Assessoria

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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