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Profissionais da rede estadual de ensino discutem ações para a mediação de conflitos no ambiente escolar

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) realizou nesta quarta-feira (25.10) o 2º Encontro de Práticas Restaurativas: Mediadores e Facilitadores de Círculos na atuação para a pacificação social das escolas, no auditório da instituição, em Cuiabá. Promovido pelo Núcleo de Mediação Escolar, a ação busca potencializar o alcance de temáticas referentes à promoção da cultura de paz nas escolas da rede estadual de ensino, e debater ações para a mediação de conflito no ambiente escolar.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, participou do evento e enfatizou o trabalho realizado pela Seduc, através das práticas restaurativas nas escolas.

“Através do Plano Educação 10 anos, a nossa equipe tem trabalhado incansavelmente para garantir aos estudantes da rede estadual uma educação de qualidade e uma escola atrativa que faça sentido naquela comunidade escolar. Com isso, nós efetivamos o compromisso, não só de fortalecer o núcleo e acolher os nossos estudantes, mas também o compromisso do Governo do Estado em contribuir com um ambiente favorável, através de ações pacificadoras em conjunto com os demais órgãos”, afirmou.

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Representando o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o desembargador e presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Mário Roberto Kono de Oliveira, disse que as ações realizadas pela secretaria são fundamentais para o desenvolvimento dos jovens.

“As ações que abrangem a mediação escolar atuam em forma de igualdade na comunidade, contribuindo para as soluções de problemas que possam surgir neste âmbito. Eu tenho certeza da capacidade de transformação e do empenho que cada um dos profissionais da educação em prol da comunidade escolar”, disse.

Para a professora Rosângela da Silva Mercado, do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI), a ação da Seduc é importante para debater o tema e realizar troca de experiências.

“Acredito que todos estamos lutando e desempenhando um papel extremamente importante, que é o de produzir espaços de paz dentro dos ambientes escolares. O encontro é uma iniciativa que agrega ecomplementa as ações realizadas na escola”, explicou.

A assistente social Maria Clédiga da Silva, do Centro Estadual de Atendimento e Apoio ao Deficiente Auditivo (CEAADA), afirmou que a ação é uma ferramenta que motiva os profissionais na causa.

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“Esses encontros promovidos pela Seduc têm a capacidade de resgatar aquele aluno que acaba deixando de ir pela escola por causa de um conflito. Eu acredito que ações como esta resgatam osestudantes e suas famílias, instruindo-os como peça fundamental nesse processo”, enfatizou.

Patrícia Simone da Silva Carvalho, líder do Núcleo de Mediação Escolar, destacou a necessidade de dialogar sobre a resolução pacífica de conflitos.

“Esses encontros proporcionam as ferramentas para a construção de um ambiente seguro e construtivo, além de ajudar os estudantes a desenvolverem competências emocionais e pedagógicas. Todas essas ações desenvolvidas pelo núcleo de mediação escolar contribuem para a prevenção da violência, ampliando a solidariedade e a consciência de grupo de crianças, adolescentes, educadores, pais e de toda a comunidade. Com isso, nós conseguimos alcançar o nosso principal objetivo que é fomentar a cultura de paz e promover um ambiente saudável e seguro para todos”, pontuou.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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