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Professores, gestores e técnicos indígenas da Rede Estadual terão 30 vagas em curso de licenciatura da Unemat

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Professores, gestores educacionais e técnicos indígenas da Rede Estadual de Ensino terão 30 vagas para matrícula no período letivo acadêmico de 2025 do curso de Licenciatura em Pedagogia Intercultural da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

As vagas são destinadas a indígenas que atuam como educadores nas escolas das comunidades, especificamente em turmas da Educação Infantil e do Ensino Fundamental.

Em toda a Rede Estadual, existem 70 escolas estaduais indígenas que atendem as 43 etnias e mais de 12 mil estudantes de todas as regiões.

As inscrições gratuitas para o processo seletivo começam no dia 6 de janeiro e vão até as 23h59 do dia 26 de janeiro e serão realizadas somente via internet no endereço eletrônico www.vestibular.unemat.br.

Para efetuar a inscrição, é imprescindível que o candidato tenha o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF). O candidato que não preencher o número de seu CPF, preenchê-lo incorretamente ou utilizar o número de CPF de terceiros, não terá seu requerimento de inscrição aceito.

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O processo seletivo será de caráter eliminatório e classificatório e constará da avaliação da Carta de Intenção do candidato enviada no ato da inscrição.

Ocorrendo empate na classificação final, terá preferência o candidato que obtiver idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos até o último dia de inscrição neste processo (Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003).

Os interessados devem se atentar para as datas e requisitos estabelecidos no edital, que busca garantir acesso à educação superior para aqueles que desempenham um papel fundamental na formação das futuras gerações nas comunidades indígenas.

O período letivo 2025/1 de que trata esse edital terá início no dia 10 de março de 2025.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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