A primeira-dama de Mato Grosso, Virigina Mendes, participou, nesta terça-feira (19.12), do almoço especial de Natal do Restaurante Prato Popular, gerido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc). A unidade oferece refeições a R$ 1 para pessoas em situação de vulnerabilidade social, como parte dos programas de combate à insegurança alimentar em Mato Grosso, idealizados pela primeira-dama.
De 2019 até o final deste ano, pouco mais de 700 mil pratos terão sido servidos.
Além do atendimento no restaurante, a população recebe as refeições diariamente. Até dezembro deste ano serão 260 mil marmitas entregues em cinco anos da atual gestão. Entre marmitas e refeições servidas no restaurante, o Governo de MT já investiu cerca de R$ 6 milhões.
“Hoje foi oferecida uma refeição especial a essa população. Agradeço aos parceiros que colaboraram conosco. É maravilhoso ver a felicidade dos clientes com a música e os serviços oferecidos. Quando nos unimos, as coisas acontecem, então, quando tenho uma ideia, conto com a Setasc e com minha equipe da Unaf para conseguirmos entregar as ações. Alguns dos frequentadores daqui são pessoas de idade, então estamos aqui para entregar o nosso abraço acolhedor e carinhoso. A gente não pode deixar de lado as pessoas que mais precisam. Que o menino Jesus abençoe a vida de cada uma delas”, disse a primeira-dama Virginia Mendes.
A primeira-dama ressaltou que, mesmo na pandemia da Covid-19, o restaurante não fechou as portas, garantindo que as pessoas em situação de rua recebessem as marmitas com as refeições.
“A fome não espera”, ponderou Virginia Mendes.
Nesta edição de Natal, os clientes foram agraciados com lembranças e o grupo VG Mais levou os serviços de beleza, atendimentos com cabeleireiros, maquiagem, manicure e pedicure. Os serviços contam com apoio do deputado estadual Max Russi.
A festa ainda contou com sorteio de brindes e apresentações musicais com Renato Braga e Juliano Moreno, Maria Moraes e Marechal.
O almoço também teve a parceria da Solar Coca-cola, que patrocinou as refeições no valor de R$ 1 cada, além dos refrigerantes e sucos, possibilitando um dia diferente, organizado e coordenado pela primeira-dama Virginia Mendes.
Cidinha Favero, diretora da regional Centro da Solar Coca-Cola, acompanhada do gerente comercial Bernardo Sandrin e colaboradores, falou da parceria para o Natal especial no Restaurante Prato Popular.
“É um verdadeiro presente retribuir à comunidade toda essa acolhida. Reduzir a desigualdade social faz parte de uma das premissas da empresa. Pra nós é um grande privilégio estar junto com a primeira-dama Virginia Mendes, prestigiando esta ação”, afirmou.
José Maria, cliente do restaurante, aprovou o almoço especial e falou da satisfação de conhecer a primeira-dama de MT. “Estou muito feliz com esse almoço. Foi uma grande satisfação ter conhecido a primeira-dama Virginia Mendes pessoalmente, porque ela é uma pessoa que transparece ser uma pessoa boa”, comentou.
Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.
A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.
Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.
Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.
A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.
A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.
Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.
A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.
No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.
A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.
Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.
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