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Primeira-dama de MT aciona Setasc para atender povos indígenas afetados por incêndio em Barão de Melgaço

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O Governo de Mato Grosso enviou ao município de Barão de Melgaço (a 110 km de Cuiabá) 1.200 cobertores, 400 cestas de alimentos e kits de higiene e limpeza, além de 400 filtros de barro para assistência às comunidades indígenas em situação de emergência devido aos incêndios florestais na região.

O auxílio é realizado por meio dos programas SER Família Aconchego e SER Família Solidário, idealizados pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, e geridos pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

A primeira-dama Virginia Mendes, assim que soube da situação dos povos indígenas, acionou a Setasc para auxiliá-los.

“Quero agradecer a todos que colaboraram para que os nossos irmãos indígenas fossem atendidos com agilidade. Em nome da secretária Grasi Bugalho, agradeço às equipes da Setasc, Defesa Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, todos que prontamente atenderam o nosso pedido”, disse Virginia Mendes.

Segundo a secretária de Assistência Social e Cidadania do Estado, Grasi Paes Bugalho, a ação imediata permite salvar vidas e reforça o apoio e compromisso com o município e sua população.

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“O Governo do Estado está atento, auxiliando o município de Barão de Melgaço por meio dos Programas SER Família Solidário, e Aconchego. Estamos atendendo à população ribeirinha e indígena do município, um público ao qual a primeira-dama possui um olhar e carinho especial. Vamos prestar amparo a todas as famílias afetadas pelo fogo”, afirmou a secretária.

A população rural e indígena do município é a mais atingida pelos incêndios, com diversas comunidades isoladas sendo afetadas. Comunidades como Pirigara/Ribeirinho, Perigara (povos tradicionais pertencentes aos Bororos) e Aterradinho (etnia Guatós) são alguns dos povos atendidos com cestas, cobertores e filtros.

De acordo com a secretária de Assistência Social de Barão de Melgaço, Francisca Alves de Almeida, olhar e atender essas comunidades indígenas é um diferencial do Governo do Estado, especialmente em um momento delicado como o atual.

“Queremos agradecer, em nome da nossa gestão municipal, pelo atendimento ao nosso município. Recebemos cestas básicas, cobertores e filtros que serão destinados às comunidades indígenas de Barão. Essa participação do Governo do Estado é muito importante, porque vivemos um momento muito difícil com a seca e queimadas na região. Agradecemos à primeira-dama Virginia Mendes e à secretária Grasi, pois todas as vezes que o município precisou, fomos prontamente atendidos”, ressaltou Francisca.

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Para a comandante do Batalhão de Emergências Ambientais do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, tenente-coronel Pryscilla Machado de Souza, a eficiência conjunta de ações reflete o compromisso e colaboração das instituições para combater os incêndios e auxiliar a população de Barão de Melgaço.

“Os recentes incêndios florestais na região de Barão de Melgaço trouxeram sérios desafios para as comunidades locais, afetando não apenas o meio ambiente, mas também a segurança alimentar e a qualidade de vida dos moradores. Em resposta, o Governo prontamente atendeu ao município, enviando cestas de alimentos, filtros de barro e cobertores para amenizar o impacto desses desastres naturais. A presença do Estado em momentos de crise assegura que nenhum cidadão seja deixado para trás”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso aposta no turismo ufológico para diversificar oferta e atrair novos visitantes

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Relatos de fenômenos aéreos não identificados, lendas regionais, paisagens naturais e narrativas cercadas de mistério têm contribuído para a consolidação de um novo nicho turístico em Mato Grosso: o ufoturismo. Embora ainda esteja em processo de estruturação, o segmento vem atraindo a atenção de pesquisadores, gestores públicos e empreendedores do setor como uma oportunidade de diversificação da oferta turística do Estado.

O tema esteve presente na programação da FIT Pantanal 2026, realizada entre os dias 3 e 7 de junho, em Cuiabá. A feira sediou a II Jornada Brasileira de Ufoturismo, com palestras voltadas à discussão do potencial turístico dos fenômenos ufológicos e das novas oportunidades relacionadas ao segmento. Além dos debates, municípios como Barra do Garças e Tesouro utilizaram o evento para promover atrativos ligados ao turismo místico e ufológico. A Chapada dos Guimarães também foi destacada entre os destinos associados a esse universo.

Presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP), Ataíde Ferreira da Silva Neto afirma que Mato Grosso reúne características que o colocam em posição de destaque dentro do cenário nacional. “O Estado é rico em acontecimentos ufológicos. Temos um grande acervo de filmagens e registros desses fenômenos, o que desperta a curiosidade do público e atrai interessados por essa temática”, afirma.

Segundo ele, a relação de Mato Grosso com o tema remonta ao século XIX. Um dos registros mais antigos ocorreu em 1846, quando o militar e engenheiro Augusto Leverger relatou ter observado um objeto luminoso no céu enquanto navegava pelo Rio Cuiabá. O episódio foi publicado na Gazeta Oficial do Império do Brasil e é apontado por pesquisadores como a primeira notícia sobre avistamento de um objeto voador não identificado divulgada pela imprensa brasileira.

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Para Ataíde, a combinação entre natureza e mistério é um dos fatores que despertam o interesse dos visitantes. “Nós temos a Chapada dos Guimarães, a Serra do Roncador, em Barra do Garças, além de lendas e histórias que atravessam gerações. São lugares que unem belezas naturais e uma história cheia de enigmas e mistérios”, destaca.

Entre os destinos mais conhecidos está Barra do Garças, município que concentra parte significativa das narrativas relacionadas ao tema. A cidade abriga a Serra do Roncador, frequentemente associada a relatos de fenômenos inexplicáveis, e também o Discoporto, estrutura criada a partir de uma lei municipal aprovada em 1995 que reservou uma área no Parque Estadual da Serra Azul para a implantação de um espaço destinado simbolicamente ao pouso de objetos voadores não identificados.

Jornalista, artista plástico e assessor da Secretaria Municipal de Turismo de Barra do Garças, Genito Santos explica que a cidade transformou sua relação histórica com o tema em um atrativo turístico.

“Barra do Garças é considerada um dos pontos de maior incidência de casuísticas ufológicas do Centro-Oeste brasileiro. Temos dois ícones importantes desse segmento: a Serra do Roncador e o Discoporto, que é o único lugar do mundo credenciado por lei para receber naves de outros planetas”, afirma.

De acordo com Genito, o turismo ufológico e o turismo místico caminham lado a lado na região. “Barra do Garças recebe visitantes de várias partes do Brasil e do exterior que buscam conhecer a Serra do Roncador, suas histórias, seus mistérios e as narrativas relacionadas aos avistamentos de discos voadores”, diz.

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Além de Barra do Garças, outras localidades mato-grossenses também integram esse circuito de interesse. Entre elas estão o Morro do Pião, em Tesouro, e a Caverna Aroe Jari, em Chapada dos Guimarães, locais frequentemente citados em relatos e narrativas associadas ao imaginário ufológico e místico.

Para os pesquisadores do setor, o interesse crescente por experiências temáticas e pelo chamado turismo de nicho abre espaço para a consolidação do ufoturismo como produto turístico organizado. Segundo Ataíde Ferreira, o segmento ainda se desenvolve de forma gradual no Estado, mas começa a ganhar estrutura e visibilidade.

“O Estado tem percebido a importância desse nicho de interessados e começado a formar oficialmente iniciativas que atraem esse público. A inclusão do tema na FIT Pantanal demonstra esse movimento”, avalia.

Na mesma linha, Genito Santos destaca que o segmento avança em direção ao reconhecimento formal dentro do mercado turístico brasileiro. “É uma modalidade que vem se organizando e ganhando visibilidade. Mato Grosso tem potencial para se tornar uma referência nacional nesse tipo de turismo”, afirma.

Combinando patrimônio natural, histórias locais e experiências voltadas ao imaginário e ao desconhecido, o ufoturismo passa a integrar o conjunto de segmentos que podem contribuir para ampliar o fluxo de visitantes e diversificar a atividade turística em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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