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Presidente de conselho afirma que saúde de MT “avançou 30 anos em 7”

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O presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems-MT), Marco Norberto Felipe, destacou que o Governo de Mato Grosso promoveu uma transformação histórica na saúde em todo Estado e ressaltou os avanços registrados nos municípios nos últimos anos.

Durante o 3º Congresso de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso, realizado em Cuiabá, Marco Norberto, que também é secretário municipal de Saúde de Nova Ubiratã, lembrou que o Estado saiu de um cenário de atraso nos repasses e deficiência estrutural para uma nova realidade na saúde pública.

“Eu estou na saúde pública há 20 anos e sei exatamente quem ajudou e quem não ajudou esse Estado como governante. Em sete anos, Mato Grosso avançou 30 anos na saúde pública”, afirmou.

O presidente do Cosems relembrou que, antes de 2019, os municípios chegaram a enfrentar até 11 meses de atraso nos repasses da saúde e dificuldades para manter os atendimentos funcionando.

“Chegamos a contar moeda para manter a saúde funcionando. Hoje tivemos ampliação de leitos, hospitais, unidades básicas de saúde e mais recursos para os municípios. Tivemos uma virada de chave na saúde pública de Mato Grosso. Se nós não tivéssemos esse governo na pandemia, muita gente talvez não estivesse mais aqui”, pontuou.

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Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

Durante o congresso, o governador Otaviano Pivetta destacou que o Governo dobrou o número de UTIs no Estado, ampliou a estrutura hospitalar e mantém repasses aos municípios desde 2019.

“Todos os anos transferimos recursos voluntários para os municípios investirem em saúde, educação e infraestrutura. Quando assumimos, Mato Grosso tinha 430 UTIs. Hoje são 930”, destacou.

Otaviano Pivetta também lembrou que o Governo do Estado retomou obras históricas que estavam abandonadas e iniciou a construção de novos hospitais regionais para acompanhar o crescimento de Mato Grosso.

Além do Hospital Central de Cuiabá — cuja estrutura ficou parada por 34 anos e foi entregue em 2025 — o Estado constrói hospitais regionais em Confresa, Tangará da Serra e Juína, além do novo Hospital Júlio Müller, em Cuiabá. O Governo também já entregou o Hospital Regional de Alta Floresta.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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