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Ponto de Cultura em Chapada dos Guimarães abre inscrições para oficinas gratuitas de teatro e manualidades

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O Ponto de Cultura “Labcom – A Cidade e a Cultura como Direito” estão com inscrições abertas para oficinas gratuitas de Teatro e Mix de Manualidades, que serão realizadas no bairro Pôr do Sol, em Chapada dos Guimarães. O projeto foi contemplado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) no edital Pontos de Cultura – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab)

Ao todo, são ofertadas 15 vagas para a oficina de Teatro e 20 vagas para o Mix de Manualidades. As atividades promovem formação artística, convivência comunitária e valorização cultural por meio do acesso gratuito à cultura.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 30 de maio, das 14h às 19h, diretamente no Ponto de Cultura Labcom. Não é necessário ter experiência prévia para participar.

A oficina de Teatro será realizada toda quarta-feira, às 18h30, com início no dia 3 de junho, conduzida pelo produtor cultural e arte-educador Junior Antunes. As aulas propõem experiências de expressão, jogo e criação coletiva, utilizando a arte como ferramenta de desenvolvimento humano e fortalecimento comunitário.

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Já o Mix de Manualidades acontece aos sábados, às 15h, com início no dia 6 de junho, ministrado pela educadora Alice Pereira. A oficina reúne diferentes técnicas manuais, como bordado, crochê e macramê, inspiradas nas cores, formas e saberes do cerrado mato-grossense, promovendo experiências sensíveis e criativas a partir do fazer manual.

As oficinas integram a proposta do Labcom de atuar como um centro comunitário voltado ao lazer, à convivência e à democratização do acesso à cultura, fortalecendo as práticas culturais como dimensão essencial da vida comunitária e ampliando as oportunidades de acesso às linguagens artísticas no bairro Pôr do Sol. O espaço também busca estimular a criatividade, a geração de renda e o cuidado com a saúde mental por meio da arte e da cultura.

Sobre os instrutores

Junior Antunes desenvolve trabalhos na interseção entre circo, teatro e apalhaçaria, sendo fundador da Malacriada de Artes e produtor artístico da Bora Passeá, primeiro city tour histórico, artístico e cultural de Chapada dos Guimarães, além do Centro Cultural Casa de Vó. Também atuou como tutor do projeto Coloiado – Núcleo Jovem de Produção Cultural e participou de iniciativas como Sarau do Charles, O Circo Chegou, Ator Cidadão e Cerrado em Libras.

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Alice Pereira é formada em Pedagogia pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), com especialização em artes manuais aplicadas à educação e em Pedagogia Waldorf. Atua como professora de trabalhos manuais em Cuiabá e desenvolve oficinas e instalações que dialogam entre arte, educação e sensibilidade.

Serviço

Oficina de Teatro
Início: 3 de junho
Quando: Toda quarta-feira, às 18h30
Vagas: 15

Oficina de Mix de Manualidades
Início: 6 de junho
Quando: Todo sábado, às 15h
Vagas: 20

Inscrições
Período: 14 a 30 de maio
Horário: 14h às 19h
Local: Labcom — Rua 01, Quadra 07, Casa 17, Bairro Pôr do Sol, Chapada dos Guimarães
Informações: (65) 9 9634-9959

*Sob supervisão de Cida Rodrigues

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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