A Polícia Civil, em ação conjunta com a Polícia Federal, prendeu, na madrugada deste sábado (25.4), um homem, de 26 anos, no Aeroporto Marechal Rondon, localizado em Várzea Grande, tentando embarcar com drogas enroladas em seu corpo.
A ação teve início após a equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) receber uma denúncia de que uma pessoa embarcaria em um voo, durante a madrugada deste sábado, com drogas, com destino ao Nordeste.
Os policiais civis realizaram checagens e rapidamente descobriram a identidade do suspeito. Diante da situação de flagrante e a iminência do embarque, a Denarc realizou trocas de informações com a Polícia Federal, que capturou o alvo, localizado com 10.6 quilos de cocaína enrolados em seu corpo, embaixo da roupa.
A rápida ação das equipes policiais foi essencial para a localização e prisão do suspeito antes de seu embarque. Segundo o delegado Eduardo Ribeiro, da Denarc, ele não tem passagem criminal.
“Essa ação reforça a importância da integração entre a Polícia Civil e a Polícia Federal, oportunidade em que agradeço o dr. Antonio Flávio, da Polícia Federal. A atuação conjunta foi fundamental para uma resposta rápida e eficaz, impedindo que a droga chegasse ao destino e fortalecendo o combate ao tráfico”, afirmou o delegado Eduardo Ribeiro.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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