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Policiais que ocupam cargos de liderança na PMMT relatam atuação delas e de outras 650 mulheres na corporação

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A comandante-geral adjunta da Polícia Militar, Francyane Siqueira Chaves, e a comandante do 3º Batalhão da PM, em Cuiabá, tenente-coronel Hadassah Susannah Beserra Souza, comentaram sobre a atuação delas e de outras mais de 650 mulheres da instituição no estado, em um bate-papo com as apresentadoras Camilla Zeni e Angélica Bravo, no podcast MT Conectado, que foi ao ar nessa quinta-feira (16.11).

A tenente-coronel Hadassah responde pelo maior batalhão da PM em Mato Grosso, que possui cerca de 270 mulheres.

“Esse papel que a gente exerce é fruto de um reconhecimento da instituição. Quando o comandante-geral escolhe uma mulher para ser adjunta, ele passa uma mensagem muito importante que é a confiança no trabalho de uma mulher. Quando ele permite que outras mulheres lideram viaturas e equipes, ele está passando essa mensagem de valorização e a gente se esforça muito para servir”, afirmou a tenente.

Já a comandante-adjunta afirmou que o cuidado e carinho pela instituição surge a partir do momento que as mulheres compreendem o papel social que exercem em favor da sociedade.

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“O maior desafio está no ingresso, quando tem aquele choque de realidade. Nós éramos acostumadas com o ambiente escolar militar e achávamos que seria daquela mesma forma. No entanto, a partir do momento que a gente entende o papel da mulher na polícia surge a paixão”, disse a comandante-geral adjunta.

Para assistir ou ouvir o episódio na íntegra, acesse o canal do Governo de Mato Grosso no YouTube e no Spotify

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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