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Polícia Militar prende homem e frustra roubo de fios de cobre no Distrito Industrial de Cuiabá

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Equipes da Polícia Militar frustraram o roubo de fios de cobre de uma empresa e prenderam um homem, de 31 anos, pelos crimes de roubo, ameaça, sequestro e cárcere privado, na madrugada desta sexta-feira (14.3), em Cuiabá. Na ação, a PM libertou três funcionários que haviam sido mantidos como reféns durante o crime.

Durante patrulhamento no Distrito Industrial da Capital, a equipe do 24º Batalhão foi acionada por uma pessoa, denunciando que uma empresa estava sendo roubada naquele momento. De acordo com a testemunha, criminosos encapuzados e armados haviam invadido o local e feito funcionários como reféns.

Os militares foram até a empresa e verificaram que os suspeitos já haviam fugido do local. No interior do estabelecimento, os policiais encontraram três homens presos dentro de uma estufa.

Com apoio das equipes do Ciopaer, Batalhão de Operações Especiais (Bope) e Força Tática, foram realizadas buscas em uma região de mata próxima a empresa. No local, um homem foi encontrado. Com ele, os policiais localizaram dois celulares, sendo um dos aparelhos pertencente a outro suspeito que participou do crime.

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Questionado sobre o crime, o homem confirmou participação e revelou que seria o motorista da quadrilha para transportar os produtos roubados. Ainda em vistoria nas redondezas, os militares localizaram um veículo Agile preto, de propriedade de uma das vítimas, carregado com bobinas de fios de cobre, que seriam levados pelos criminosos.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido até a Central de Flagrantes para registro da ocorrência e demais providências. As equipes policiais seguem em diligências na busca dos demais criminosos envolvidos no crime.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.


 

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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