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Polícia Militar prende em flagrante suspeito de agressão contra mulher em Cuiabá

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Um homem de 41 anos foi preso pela Polícia Militar por violência doméstica e lesão corporal, na madrugada deste domingo (31.03), em Cuiabá. O suspeito foi preso após ser detido por populares que flagraram a agressão, no bairro Jardim Petrópolis.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 1º Batalhão de PM foi acionada via 190 para comparecer na avenida Fernando Corrêa da Costa, onde um homem estaria agredindo uma mulher, dentro de um veículo Ônix preto. No local, os militares encontraram os envolvidos fora do carro e o suspeito detido por populares.

Uma das testemunhas afirmou que passava pela avenida quando se deparou com a vítima sendo agredida e gritando por socorro. Outras pessoas também viram as agressões e juntos forçaram o suspeito a parar o carro no canteiro da pista. O homem tentou fugir após estacionar o veículo, mas foi detido pelos populares, que acionaram a PM.

A vítima estava com uma lesão e corte na cabeça. Para os policiais, a mulher afirmou que as agressões começaram em outro lugar, onde após uma discussão, o suspeito a teria jogado no chão e batido sua cabeça contra o solo. 

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Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel (Samu) foi ao local e encaminhou a vítima para atendimento médico no Hospital Municipal de Cuiabá, onde está em observação.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Delegacia da Mulher Plantão 24 horas para registro da ocorrência e demais procedimentos.

Disque-denúncia   

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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