MATO GROSSO

Polícia Militar prende casal por porte ilegal de arma em Rondonópolis

Publicado em

Policiais militares do 5º Batalhão prenderam um homem de 23 anos e uma mulher de 30 anos por porte ilegal de arma, na tarde desta segunda-feira (15.07), em Rondonópolis. Com o casal, a PM apreendeu duas armas de fogo e munições dos objetos.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 5º BPM recebeu denúncias anônimas que informavam sobre um homem que havia dado entrada em uma casa com duas armas de fogo em mãos, no bairro Parque Sagrada Família.

Os militares se deslocaram até o endereço informado e fizeram contato com a suspeita mulher, que afirmou que estava na casa junto de seu marido. Questionados sobre a denúncia, os policiais receberam autorização da mulher e entraram na casa para averiguações.

Em buscas pelo local, os policiais encontraram uma espingarda de pressão adaptada para calibre 22, com 24 munições, e um revólver de calibre .38 carregado com quatro munições.

Ao serem perguntados novamente sobre os objetos, os suspeitos não apresentaram documentação de porte para o armamento.

Leia Também:  Polícia Militar prende dois homens por ameaçar moradores com arma de fogo em Sinop

A mulher ainda afirmou que o proprietário da casa seria seu irmão, que não foi encontrado no local.

Diante da situação, o casal recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Delegacia de Rondonópolis, com as armas apreendidas, para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Polícia Civil liberta idosos mantidos em cárcere privado durante extorsão e tortura

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Polícia Civil lamenta morte do filho do investigador Deolmar Moraes dos Santos

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA