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Polícia Militar localiza e prende homem e mulher suspeitos de homicídio em Água Boa

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Policiais militares do 16º Batalhão prenderam, neste domingo (23.11), um homem e uma mulher suspeitos pelo homicídio de Edipo Matos de Moraes, no município de Água Boa (635 km de Cuiabá). A vítima teria sido executada, supostamente, com golpes de tesoura. O crime ocorreu na última sexta-feira (21.11), no bairro Universitário, na própria residência da vítima.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais militares foram acionados para se deslocar até o local dos fatos e atender a uma ocorrência de possível agressão seguida de morte. As equipes foram informadas por uma testemunha, que se apresentou como esposa da vítima.

Na ocasião, ela contou que Edipo havia convidado um homem para ingerir bebidas alcoólicas em sua residência. Em certo momento, o casal iniciou uma discussão com agressões físicas. O suspeito interveio na briga e entrou em luta corporal com o Edipo.

Durante o confronto, o homem teria se apossado de uma tesoura, atingindo a região torácica da vítima, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Edipo foi localizado caído ao lado da cama do casal. O objeto usado para o crime não foi localizado na residência.

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O suspeito fugiu da residência depois dos fatos. A casa foi isolada por equipes da Polícia Judiciária Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Já na tarde deste domingo, policiais militares da inteligência repassaram informações sobre a possível localização do suspeito, no bairro Operário.

Ao ser identificado e localizado, o homem confirmou que estava na casa da vítima no momento dos fatos e que tentou separar o casal durante a discussão. O denunciado alegou que viu a esposa de Edipo segurando uma tesoura e que ela seria a então a autora do homicídio.

Diante das novas informações, os policiais militares retornaram à casa da vítima, localizaram e também abordaram a mulher, que foi conduzida à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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