MATO GROSSO

Polícia Militar impede invasão de terras em zona rural de Poxoréu; oito pessoas são presas

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A Polícia Militar impediu uma invasão de terra por um grupo de oito pessoas, nesta quinta-feira (6.2), na zona rural do município de Poxoréu (259 km de Cuiabá). As equipes receberam informações de que os suspeitos ocuparam a área e impediam o acesso de quem detinha a posse da propriedade. As oito pessoas foram presas.

Após a denúncia, os policiais militares do 11º Comando Regional e da Força Tática imediatamente se deslocaram para fazenda, em uma área conhecida como Barro Branco, nas proximidades da MT-373 e conteve os suspeitos em flagrante.

A propriedade fica distante cerca de 20 quilômetros da área urbana de Poxoréu. Os suspeitos foram identificados e encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Tolerância Zero

O governador Mauro Mendes sancionou em 2024 a lei que estabelece punições a invasores de propriedades privadas rurais e urbanas, em Mato Grosso. A Lei nº 12.430 de 2024 foi publicada no Diário Oficial do Estado.

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Os ocupantes comprovadamente ilegais e invasores de propriedades privadas serão impedidos de receber auxílio e benefícios de programas sociais do Governo do Estado, de tomarem posse em cargo público de confiança e de contratarem com o Poder Público Estadual.

“O Governo do Estado está enviando todos os esforços para impedir qualquer tipo de invasão ou conflito de posse de áreas rurais e a Polícia Militar é um dos expoentes para garantir a segurança no campo e direito dos produtores rurais, impedindo qualquer tipo de ação criminosa”, afirmou o comandante do 11º Comando Regional, coronel Fábio Luís Bastos.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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