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Polícia Militar identifica e prende suspeito de latrocínio em Vera

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Policiais militares do 3º Comando Regional prenderam, nesta sexta-feira (15.5), um homem, de 20 anos, suspeito por latrocínio (roubo seguido de morte), no município de Vera. As equipes localizaram o corpo de um homem identificado como Jhonny da Silva Costa, de 34 anos, dentro de um veículo, executado com disparos de arma de fogo.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais militares do 1º Pelotão foram acionados por funcionários do Cras do município, que informaram que um homem ferido por disparo de arma de fogo havia sido deixado no local em busca de socorro, e posteriormente, foi encaminhado ao Pronto Atendimento Municipal.

A princípio, a vítima apresentou versões contraditórias sobre os fatos. Inicialmente, afirmou ter sido baleada após uma briga em uma fazenda. Depois, relatou que teria sido atingida por disparos enquanto estava em um restaurante na entrada da cidade. O homem revelou ser integrante de uma facção criminosa e usuário de drogas.

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As equipes policiais realizaram buscas nos locais informados, mas não encontraram indícios que confirmassem as versões apresentadas. Imagens de câmeras de monitoramento também apontaram a movimentação suspeita de um veículo Fiat Uno, possivelmente utilizado para prestar apoio ao suspeito após os fatos.

Durante o patrulhamento tático no município, novas informações indicaram que a ocorrência poderia estar relacionada a um crime de latrocínio. Após buscas realizadas pelas equipes policiais, foi localizado o corpo de Jhonny dentro de um caminhão, em uma área de mata próxima à rodovia MT-140, sentido Nova Ubiratã.

De acordo com informações preliminares levantadas pelos policiais militares, a vítima teria sido atraída ao local para prestar um serviço de guincho e, durante a ação criminosa, teria reagido, atingindo o suspeito com um disparo de arma de fogo antes de ser morta.

O local foi isolado para os trabalhos da Polícia Judiciária Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). O suspeito permaneceu sob custódia na unidade de saúde.

Disque-denúncia

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A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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