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Polícia Militar detém faccionados por tráfico de drogas e apreende 18 porções de cocaína em Cáceres

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Policiais militares do 6º Batalhão prenderam, na manhã desta sexta-feira (21.11), dois homens e apreenderam um adolescente, de 16 anos, suspeitos por tráfico ilícito de drogas, na região central de Cáceres (220 km de Cuiabá). As equipes recolheram 18 porções de substância análogas à cocaína. Os envolvidos são integrantes de uma facção criminosa no município.

Durante o patrulhamento tático e ostensivo, equipes militares da unidade, Força Tática e Raio receberam informações de que um conjunto de kitnetes servia como ponto de compra e venda de entorpecentes na região. Após a denúncia, os militares se deslocaram ao local e flagraram dois homens, de 20 e 22 anos, que tentaram fugir da abordagem, sendo detidos em seguida.

Em buscas pelo imóvel, foram encontrados 18 porções de cocaína embaladas e prontas para serem comercializadas, além de outros produtos para o preparo das drogas. Os suspeitos confessaram serem os proprietários dos ilícitos e que adquiriram de um adolescente, no bairro Vila Nova.

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Posteriormente, os policiais militares foram até o local revelado pela dupla e localizaram um menor, de 16 anos, que disse ser o responsável pela distribuição e por recolher o dinheiro oriundo do tráfico, a mando de uma facção criminosa.

Aos policiais militares, o menor ressaltou que na data de ontem, teria que buscar uma arma de fogo, porém não estava na cidade e nem revelou o local. O trio foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Resposta imediata

A ação integra a Operação Força Total – Resposta Imediata, vinculada ao Programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas, do Governo do Estado. Desde setembro, a iniciativa tem intensificado o policiamento em Cáceres, com o reforço de equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Força Tática, Companhia Raio e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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