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Polícia Militar deflagra operações Força Total e Centro Seguro nos 142 municípios do Estado

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A Polícia Militar de Mato Grosso deflagrou, nesta sexta-feira (27.2), a 2ª edição da Operação Centro Seguro e a 24ª edição da Operação Força Total nos 142 municípios do Estado.

As ações de fortalecimento do policiamento tático e ostensivo integram o programa Tolerância Zero Contra as Facções Criminosas, criado pelo Governo de Mato Grosso, no combate à criminalidade.

Até o dia 6 de março, serão realizadas diversas ações preventivas como pontos demonstrativos, saturações e abordagens policiais, com o objetivo de garantir a ordem pública e combater crimes de roubos, furtos e outras práticas, no âmbito da Operação Centro Seguro.

Já a Força Total é realizada em todo o território nacional com apoio do Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG-PM), durante 24 horas.

O subchefe do Estado-Maior, coronel Anderson Luiz do Prado, destacou que as operações serão realizadas de forma simultânea, com reforço do policiamento nas áreas centrais das cidades, pontos estratégicos e locais com maior circulação de pessoas.

“Essas ações demonstram o compromisso permanente da instituição com a segurança da população, em todo o Estado. Estamos ampliando nossa presença nas ruas, de forma estratégica e integrada, para prevenir crimes e proporcionar mais tranquilidade à sociedade. O programa Tolerância Zero é uma determinação do Governo do Estado para que atuemos com firmeza contra qualquer prática criminosa, garantindo que a lei seja cumprida em todos os municípios”, reforçou o coronel.

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O policiamento será reforçado com equipes dos batalhões de área dos 15 Comandos Regionais, Cavalaria, Batalhão de Rondas Ostensiva Tática Móvel (Rotam), Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), Batalhão Ambiental (BPMPA), Força Tática e Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio).

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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