MATO GROSSO

Polícia Militar apreende mais de 1 tonelada de pescado irregular em Rondonópolis

Publicado em

Policiais militares da 2ª Companhia de Proteção Ambiental apreenderam mais de 1 tonelada de pescado irregular na manhã desta quinta-feira (11.12), no município de Rondonópolis. Os peixes de diversas espécies foram encontrados em caixas térmicas dentro de um barco. Na ação, três homens, com idades entre 20 e 32 anos, foram presos em flagrante.

As equipes policiais estavam em patrulhamento pela Operação Piracema, no Rio Vermelho, e encontraram duas canoas de fabricação artesanal sendo conduzidas por três homens, que transportavam algumas caixas térmicas grandes, comumente usadas para armazenamento de peixes.

Diante da situação, os militares fizeram a abordagem dos suspeitos. Eles se apresentaram como indígenas e afirmaram que estavam transportando pescado da Aldeia Gomes Carneiro para a Aldeia Tadarimana.

Em verificação às caixas térmicas, a equipe policial constatou tratar-se de várias espécies de peixes de pesca proibida ou que estavam fora das medidas legais. Os suspeitos também não apresentaram documentação que permitisse a pesca e transporte dos produtos.

Leia Também:  Secel e MinC promovem oficina de elaboração de projetos culturais em Cuiabá

Os peixes foram recolhidos pela equipe ambiental e levados para a delegacia de Rondonópolis, onde foram pesados. Foram apreendidos 731 quilos da espécie Cachara, 120 quilos de Pintado, 112 quilos de Pacu, 80 quilos de filé, 23 quilos de Dourado e 20 quilos de Jaú, totalizando 1.086 quilos de pescado apreendidos, que foram doados para instituições de caridade.

Já os três suspeitos também foram conduzidos para a delegacia, onde receberam voz de prisão e ficaram sob responsabilidade da Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Professores temporários podem solicitar indenização de férias até 7 de março no Portal do Servidor

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Governador anuncia nova fábrica para reeducandas confeccionarem uniformes ao Estado

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA