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Polícia Militar apreende espingardas e revólver e prende homem por posse ilegal de arma

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Um homem de 23 anos foi preso pela Polícia Militar por posse ilegal de arma, na noite desta terça-feira (12.03), em Poconé. Com o suspeito, a PM apreendeu duas espingardas, um revólver, 107 munições e rádios comunicadores.

De acordo com o boletim de ocorrência, as equipes da 6ª Cia de PM e da Força Tática do 2º Comando Regional se deslocaram ao Distrito de Chumbo após receberem denúncias de um homem que estava comercializando armas de fogo no local. Segundo as informações, o suspeito utilizava um veículo Prisma branco para transportar as armas.

No endereço, os policiais encontraram o veículo na frente de uma casa e foram recebidos por uma mulher, que se apresentou como esposa do suspeito. Ao ser questionada sobre a denúncia, disse que estava estranhando o comportamento do marido e autorizou os militares a realizarem buscas pelo imóvel.

Dentro da residência, os policiais encontraram duas espingardas escondidas no guarda-roupas e o revólver escondido na cabeceira da cama do casal. Ainda no quarto, todas as munições do armamento também foram localizadas e também dois rádios comunicadores e 38 gramas de ouro.

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No momento das buscas, o suspeito se aproximou da casa e foi detido pela PM. Ao ser perguntado sobre o comércio das armas, o homem disse que uma das armas pertencia a um segundo suspeito, identificado posteriormente e que estava preso na Penitenciária Central do Estado (PCE).

Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado para a Delegacia de Poconé para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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