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Polícia Militar apreende 58 kg de drogas e prende foragido em Primavera do Leste

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Policiais militares do 11º Comando Regional prenderam um homem, de 38 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta terça-feira (2.12), em Primavera do Leste (243 km de Cuiabá). Com o suspeito, foram apreendidos 58 tabletes de entorpecentes diversos, pesando pouco mais de 58 quilos.

A equipe de inteligência do Batalhão de Operações Especiais (Bope) recebeu informações de militares do 143º Pelotão Policial Destacado, unidade vinculada ao 15º Batalhão do Pará, de que um veículo Fiat Toro estava trafegando na rodovia BR-230, no último dia 21 de novembro, com grande quantidade de entorpecentes.

De acordo com a denúncia, o condutor do veículo estava indo em direção a cidade de Itaituba (PA). Os policiais realizaram um cerco para abordagem ao suspeito que mudou a direção e fugiu por outra rodovia.

Após monitoramento, os policiais do 14º Batalhão e Grupo de Apoio (Gap) realizaram um novo cerco policial na BR-070, onde o suspeito foi localizado na rodovia sentido ao município de Primavera do Leste. Durante a abordagem, o homem tentou fugir e jogou o celular na mata.

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Durante buscas no interior do veículo, foram localizados dois tabletes de cocaína, seis tabletes de pasta base e 50 tabletes de skank (supermaconha), totalizando 58,75 quilos de entorpecentes. Questionado sobre as drogas, o suspeito informou que o carregamento foi feito em Vilhena (RO), sem revelar o destino da carga.

Diante dos fatos, o homem foi conduzido para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.


Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.393

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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