Policiais militares da Força Tática do 10º Comando Regional apreenderam 565 quilos de cocaína e prenderam um homem, de 42 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta terça-feira (05.11), em Canabrava do Norte. As drogas foram encontradas em meio a uma carga de farelo de algodão e causou prejuízo estimado de R$ 30 milhões ao crime organizado.
Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais receberam informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do 13º Comando Regional da PM sobre uma carreta que transitava pela BR-158, que possivelmente estaria com grande quantidade de entorpecentes.
Os militares iniciaram diligências e montaram barreiras na rodovia, vindo a abordar o veículo com as mesmas características informadas. Em contato com o motorista, ele apresentou versões desencontradas sobre o transporte da carga e sua rota.
Diante das suspeitas, os policiais iniciaram verificação minuciosa e constatou a presença de fardos contendo entorpecentes em meio a carga de farelo de algodão. Após a retirada de toda a droga, os militares contabilizaram 470 tabletes de cocaína pura, totalizando 565 quilos de entorpecentes.
O homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a delegacia mais próxima para registro da ocorrência e demais providências. O caminhão e a carga apreendidas foram levados para o pátio da Secretaria de Obras de Confresa, que prestou apoio à ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Responsável por implantar a cirurgia robótica no Sistema Único de Saúde (SUS) do estado, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso fechou o mês de maio com outro importante marco para a saúde pública mato-grossense. Desde o dia 30, o robô começou a ser usado também em cirurgias ginecológicas, ampliando o acesso à tecnologia.
De 30 de maio a 1º de junho, o hospital do Governo de Mato Grosso fez um mutirão de procedimentos robóticos ginecológicos, supervisionado pelo Programa de Cirurgia Robótica do Einstein Hospital Israelita – organização filantrópica que administra a unidade em Cuiabá.
Quatro pacientes fizeram os procedimentos em 30 de maio e outras quatro no dia 31. Em 1º de junho, foram três pacientes. “Foi tudo ótimo, fomos muito bem atendidos. Minha esposa já está em casa, sem nenhuma intercorrência. Agora, é só fazer o repouso”, comemorou o marido de uma das pacientes operadas no domingo, D. M. Sua esposa fez uma cirurgia de retirada do útero e das trompas. “Já está com o retorno marcado”, acrescentou.
O coordenador do centro cirúrgico do Hospital Central, Iuri Tamasauskas, explicou que a cirurgia robótica traz vantagens para o paciente. “Usando o robô, o cirurgião tem um acesso mais preciso à pelve. Com isso, a ação é delimitada, favorecendo a recuperação, que se torna mais rápida e com menos dor”, observou.
Em abril, a unidade realizou o primeiro mutirão de cirurgias robóticas, feitas para o tratamento de câncer de próstata. Também foram três dias de procedimentos. Ao todo, desde que começou a funcionar, o hospital realizou 22 cirurgias robóticas pelo SUS em Mato Grosso.
Fazer procedimentos sofisticados, que demandam o uso de tecnologia, é uma das características da unidade de alta complexidade, afirmou Alessandra Bokor, diretora do Hospital Central. “E as cirurgias robóticas são um bom exemplo disso. Nosso vínculo com o Einstein tem nos permitido qualificar profissionais e expandir o acesso do robô aos usuários do SUS em Mato Grosso”.
Essa ampliação faz parte do planejamento de operação do Hospital Central, que começou a atender em janeiro deste ano. Voltada para casos de alta complexidade, com ênfase em cirurgias, a unidade opera 100% pelo SUS.
Em agosto, o hospital alcançará a atividade plena com 12 especialidades cirúrgicas: cirurgia pediátrica, cirurgia urológica, cirurgia ortopédica, cirurgia geral, cirurgia do aparelho digestivo, cirurgia ginecológica, cirurgia vascular, cirurgia cardiovascular, cirurgia torácica, mastologia, cirurgia oncológica e neurocirurgia. Devido a esse perfil, a unidade atende exclusivamente pacientes encaminhados pela Central Estadual de Regulação.
O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista¿Newsweek em parceria com a¿empresa de dados¿Statista¿Inc.¿ Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.
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