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Polícia Civil resgata adolescente e localiza suspeito de estupro de vulnerável em Porto Alegre do Norte

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A Polícia Civil, em ação realizada pela Delegacia de Porto Alegre do Norte, resgatou, na manhã desta terça-feira (29.1),uma adolescente de 12 anos, vítima de estupro de vulnerável.

A menor foi localizada na casa do suspeito, de 20 anos, que se intitulava “namorado” da vítima. O suspeito responderá em inquérito policial pelo crime de estupro de vulnerável com pena de reclusão que pode chegar a 15 anos.

As investigações iniciaram após denúncia anônima, realizada por meio do canal Disk 100, que apontava que o suspeito estava mantendo um relacionamento amoroso com a menor, incompatível com a legislação brasileira, que estabelece a idade de consentimento sexual em 14 anos.

Ainda segundo a denúncia, a adolescente estava na casa do suspeito, enquanto ele havia saído para trabalhar. No local, os policiais constataram a veracidade da denúncia, sendo a menor encontrada na residência e resgatada pelos policiais.

O suspeito, natural do Maranhão e com histórico de baixa escolaridade, alegou desconhecimento da idade da vítima. O delegado Victor Donizete de Oliveira Pereira, responsável pelo caso, destacou que a investigação continua para apurar o possível envolvimento dos familiares da vítima na suposta autorização do relacionamento, o que pode caracterizar negligência.

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“A pronta resposta ao Disk 100 permitiu evitar maiores danos à adolescente. Durante a ação, foram seguidos todos os protocolos, incluindo a requisição de perícia médica e o acompanhamento das conselheiras tutelares, para garantir a integridade do processo”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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