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Polícia Civil prende último envolvido em latrocínios contra três motoristas de aplicativos em Várzea Grande

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O último envolvido em uma série de crimes de roubo seguido de morte, praticada contra motoristas de aplicativos, em abril de 2024, em Cuiabá e Várzea Grande, teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil, no final da tarde desta sexta-feira (09.11), em ação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Considerado foragido da Justiça, o indiciado em inquérito instaurado na DHPP para apuração dos fatos estava com o mandado de prisão decretado pela Quarta Vara Criminal de Várzea Grande e foi localizado e preso na cidade de Juara. A prisão contou com o apoio das equipes Delegacia de Juara, Delegacia de Juína e Núcleo de Inteligência da Pontes e Lacerda.

Na época dos fatos, duas pessoas (um homem e uma mulher) foram presas e dois menores foram apreendidos por participação nos latrocínio e oculação de cadáver de três motoristas de aplicativos.

O adulto de 20 anos foi autuado em flagrante pelos crimes de roubo majorado pelo concurso de pessoas, por restringir a liberdade das vítimas, grave ameaça com emprego de arma branca e resultado morte; ocultação de cadáver e corrupção de menores. Os dois adolescentes, ambos de 15 anos, foram autuados por atos infracionais análogos aos crimes de roubo majorado e ocultação de cadáver.

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Três dias depois, uma mulher, identificada como a pessoa responsável por solicitar as corridas por meio do aplicativo e também como quem posteriormente arrumaria os compradores para os veículos subtraídos das vítimas, também foi identificada e teve o mandado de prisão cumprido.

A prisão do quinto envolvido ocorreu após traca de informações entre as equipes da Polícia Civil, que levaram ao paradeiro do criminoso na cidade de Juara. Com base nos elementos apurados, os policiais realizaram diligências conseguindo localizar e dar cumprimento ao mandado de prisão do foragido.

Após ter a ordem judicial cumprida, o preso foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

“Foi uma série de crimes graves, que chocou a sociedade com a morte de três vítimas que haviam saído de casa para trabalhar. Mas o empenho de toda a equipe da delegacia resultou na apreensão e prisão dos responsáveis e demos uma resposta sobre os fatos lamentavelmente ocorridos”, disse o delegado titular da DHPP, Caio Fernando Alvares Albuquerque.

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Latrocínios

Márcio Rogério Carneiro, 34 anos; Elizeu Rosa Coelho, 58 anos e Nilson Nogueira, de 42 anos, desapareceram entre 11 e 14 de abril, após saírem de casa para trabalhar no período noturno nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

Após a prisão e apreensão dos envolvidos, os policiais civis localizaram os corpos de duas vítimas, Márcio e Elizeu, no bairro Jardim Petrópolis e em um lixão próximo do Capão do Pequi, ambos em Várzea Grande. Já o corpo de Nilson foi localizado na manhã desta terça-feira em uma área no distrito de Bonsucesso, na mesma cidade.

A equipe da DHPP identificou ainda uma quarta vítima do trio, que foi sequestrada dias antes, da mesma forma que os motoristas mortos foram abordados, mas conseguiu escapar.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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