MATO GROSSO

Polícia Civil prende três traficantes em operação de combate ao tráfico de drogas em Canarana

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (28.11), a Operação Velho Oeste, para cumprimento de ordens judiciais com alvo no combate ao tráfico de drogas em Canarana, em especial um conhecido traficante que atuava no município e região.

Além do principal investigado, a ação resultou na prisão de outras duas pessoas e na apreensão de porções de entorpecentes, dinheiro e apetrechos relacionados ao tráfico.

A investigação, conduzida pela Delegacia de Canarana, apontou que o traficante, alvo da operação, locou uma casa no final de uma rua do bairro Morada do Sol, em um ponto estratégico. O imóvel ficava nos fundos de outra residência e com visão prejudicada da via pública, justamente para dificultar a aproximação da Polícia.

A estratégia permitia ao grupo manter a movimentação do tráfico sem chamar atenção e controlar o fluxo de usuários. Durante as diligências no local, os policiais localizaram porções de cocaína escondidas em meio a bananeiras, além de dinheiro proveniente da venda dos entorpecentes.

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Todo o material foi apreendido e será encaminhado à perícia. O traficante, principal alvo da operação, foi imediatamente detido e conduzido à Delegacia de Canarana, para as providências cabíveis. Os outros dois suspeitos também foram presos, e suas participações no esquema criminoso passarão a ser apuradas no inquérito policial.

Segundo a Polícia Civil, a ação representa mais um passo no enfrentamento às organizações envolvidas com o tráfico de drogas na cidade. “A escolha do nome da operação faz referência ao principal investigado, que vinha atuando como liderança do grupo”, destacou a PJC.

Nome da operação

O nome da operação Velho Oeste faz referência ao principal suspeito conhecido como Cowboy.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Justiça determina depósito judicial de aluguéis de imóveis sequestrados em investigação da Polícia Civil

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A Polícia Civil de Mato Grosso obteve decisão favorável da Justiça para que os valores referentes aos aluguéis de imóveis sequestrados durante as investigações da Operação Mamom, deflagrada em junho de 2025 pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), sejam depositados em conta judicial vinculada ao processo.

A medida foi requerida pelo delegado André Rigonato, responsável pelo inquérito policial, como forma de garantir que os frutos dos bens investigados, apontados como produto ou proveito de crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, não sejam utilizados pelos investigados durante o andamento das investigações e eventual ação penal.

De acordo com a decisão judicial, os locatários dos imóveis, localizados em um condomínio fechado em Cuiabá, deverão realizar os depósitos mensais dos aluguéis diretamente em conta judicial, a partir da intimação. A determinação considera que a indisponibilidade patrimonial recai não apenas sobre os bens sequestrados, mas também sobre os rendimentos gerados por eles, como é o caso dos aluguéis.

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A decisão destaca que a medida é necessária para assegurar a preservação dos chamados “frutos civis” dos imóveis, evitando a dissipação de valores que podem estar vinculados à atividade criminosa investigada.

Operação Mamom

Deflagrada em junho de 2025, a Operação Mamom teve como objetivo desarticular uma facção criminosa envolvida com o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e associação para o tráfico, em Cuiabá.

Na ocasião, foram cumpridas 14 ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão, bloqueios de contas bancárias e sequestros de bens. As investigações apontaram a movimentação de valores expressivos por meio de contas bancárias, além da existência de vínculos com traficantes de outros estados do país.

Durante a operação, foram apreendidos veículos de alto valor, arma de fogo e entorpecentes escondidos em compartimentos ocultos, além da condução de suspeitos em flagrante.

Descapitalização do crime

A nova decisão judicial reforça a estratégia da Polícia Civil de enfraquecimento financeiro de organizações criminosas, por meio da identificação, bloqueio e destinação de bens e valores oriundos de atividades ilícitas.

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“A decisão busca não apenas a responsabilização criminal dos envolvidos, mas também a retirada dos recursos que sustentam a prática de crimes, impedindo a continuidade das atividades ilícitas”, destacou o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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