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Polícia Civil prende suspeito de homicídio em Pontes e Lacerda

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Um homem de 28 anos foi preso pela Polícia Civil de Pontes e Lacerda, nessa terça-feira (3.3), pelo crime de homicídio. A ação foi em decorrência de cumprimento de mandado de prisão, executado pela equipe policial do Centro Integrado de Segurança e Cidadania, CISC de Pontes e Lacerda.

A prisão ocorreu após troca de informações com autoridades bolivianas, sobre o paradeiro do suspeito. Conforme levantado, o homem foi identificado pela polícia boliviana em condições irregulares de estada, sendo expulso do país e entregue ao 3º Pelotão Especial de Fronteira do Palmarito do Exército Brasileiro e, posteriormente, à equipe policial do CISC de Pontes e Lacerda.

Após a prisão, o homem foi conduzido até a delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade, onde foram tomadas as devidas providências legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

O crime

O homicídio ocorreu em 10 de dezembro de 2023, no Terminal Turístico de Pontes e Lacerda. A vítima, um jovem de 18 anos, foi morto a facadas no pescoço e abdome.

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Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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