MATO GROSSO

Polícia Civil prende quatro trafiantes em operação para captura de foragidos da Justiça

Publicado em

Com foco na localização e prisão de criminosos foragidos da Justiça, a Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã deste sábado (7.2), a Operação Saturday. A ação resultou na prisão de quatro traficantes, três deles em Cuiabá e um no município de Querência.

Entre os alvos localizados em Cuiabá está B.M.P., de 25 anos. Ele estava com mandado de prisão decretado pelo crime de tráfico de drogas, em decorrência de condenação definitiva expedida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Outros dois condenados por tráfico de drogas também tiveram mandados de prisão cumpridos em Cuiabá, J.C.S., de 44 anos, e W.G.N., de 37 anos, ambos por prisão definitiva.

Já o quarto procurado, R.B.C., de 44 anos, também condenado pelo crime de tráfico de drogas, foi preso na cidade de Querência para cumprimento de pena em regime fechado.

Segundo a delegada titular da Gepol, Sílvia Maria Paulluzi, a operação tem como objetivo retirar de circulação criminosos que estão em débito com a Justiça.

Leia Também:  Mulher condenada por roubo e tráfico de drogas é presa pela Polícia Civil em Barra do Garças

“As equipes realizam levantamentos com o intuito de identificar e localizar o paradeiro de foragidos da Justiça, que praticaram os mais variados crimes, garantindo com a prisão a segurança de toda a sociedade”, destacou.

Todos os presos foram encaminhados para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

Published

on

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

Leia Também:  Investimentos do Governo de MT em Água Boa somam mais de R$ 118 milhões

No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

Leia Também:  Sinfra inicia trabalho para implantação de telas de contenção na região do Portão do Inferno

Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA