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Polícia Civil prende quatro envolvidos em homicídio ocorrido na quarta-feira em Sorriso

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A Delegacia da Polícia Civil de Sorriso autuou em flagrante quatro pessoas por envolvimento em um homicídio ocorrido nesta quarta-feira (14.08) no município.

A equipe de investigação identificou três autores diretos do crime, que foram presos em diligências realizadas entre quarta e esta quinta-feira. Um quarto suspeito foi detido por auxiliar na ocultação de evidências do crime, como a arma usada no homicídio, que foi localizada pelos policiais.

O corpo de Nataliel Viana de Almeida, de 30 anos, foi encontrado dentro de um veículo, na estrada de acesso à MT-560, na manhã de quarta-feira. A vítima apresentava ferimentos no rosto e costela causados por disparos de arma de fogo.

Durante as diligências para esclarecer o crime, a Polícia Civil identificou os três envolvidos diretamente no homicídio. Um foi preso ainda ontem, pela equipe da Força Tática da Polícia Militar; o segundo se apresentou na delegacia e outros dois foram presos nesta quinta-feira pela equipe de investigação.

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De acordo com o delegado Bruno França Ferreira, o homicídio foi motivado por situação de violência doméstica. Nataliel ameaçou familiares da ex-companheira, como a ex-cunhada e o ex-sogro. Um suspeito identificado como autor do homicídio é marido da ex-cunhada da vítima, que cometeu o crime junto com dois familiares, após perseguir Nataliel e efetuar os disparos.

O quarto envolvido escondeu a arma usada no crime, que foi localizada enterrada em uma residência.

Todos serão autuados em flagrante pelos crimes de homicídio qualificado e encaminhados à audiência de custódia na Comarca de Sorriso.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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