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Polícia Civil prende professor de judô por estupro de vulnerável em Primavera do Leste

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Um professor de judô, de 29 anos, foi preso pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (4.2), pelo crime de estupro de vulnerável. A prisão foi realizada em cumprimento a um mandado de prisão expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias de Rondonópolis.

As investigações tiveram início após o comparecimento da mãe da vítima à Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis, relatando que seu filho, então com 12 anos, praticava judô desde os 10 anos de idade e participava de campeonatos da modalidade. Segundo a comunicação, o jovem informou que estaria sofrendo abusos por parte de seu professor de judô, durante deslocamentos relacionados às competições.

De acordo com a investigação policial, até o momento foram registradas cinco ocorrências contra o investigado nos municípios de Rondonópolis, Campo Verde e Primavera do Leste, envolvendo sete vítimas, entre crianças e adolescentes, com idades entre 12 e 18 anos. O homem também é alvo de outro procedimento investigativo em andamento, que apura a prática do mesmo crime no município de Campo Verde.

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De acordo com o apurado, o professor, que também dava aulas jiu-jitsu, aproveitava da condição técnica para praticar os abusos contra as vítimas.

“Como ele tinha facilidade de acesso às vítimas, por conta do trabalho que desempenhava, a gente acredita que mais pessoas possam ter sido vítimas desse abusador”, disse o delegado Érik Martin, responsável pela condução da investigação.

Em depoimentos, as vítimas e seus respectivos familiares, afirmam que o professor acariciava o rosto e as partes íntimas, geralmente nos alojamentos, durante as viagens de competições da modalidade pelo Estado.

Após a prisão, o investigado foi conduzido para Delegacia de Primavera do Leste, onde foram realizadas as providências legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

Dos crimes

O investigado foi preso em Primavera do Leste, após investigação de denúncias relacionadas a crimes sexuais em, pelo menos, três municípios do Estado.

De acordo com a investigação, o investigado atuava como professor instrutor de artes marciais e utilizava-se da função para ter o contato direto, corpo a corpo, com as vítimas.

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Além disso, no período de competições, durante o repouso dos alunos, nos alojamentos disponibilizados em escolas públicas do interior do Estado, o professor aproveitava para acariciar os corpos das vítimas, que acabaram denunciando os abusos aos seus respectivos pais e responsáveis.

Diante das denúncias, a Polícia Civil iniciou investigação, que culminou no cumprimento do mandado de prisão, realizado nesta quarta-feira (4), pela equipe da Delegacia de Primavera do Leste.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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